As leis não se consolidam e com isto fica muito difícil se acreditar em uma evolução. Guardadas as devidas proporções, no turfe MUNDIAL, também.
Da mesma forma que no Brasil existem leis que colam e outras não, no turfe existem teorias que vigam, outras não. Como por exemplo a das dosagens aptitudinais que por um breve período foi uma febre em seu inicio, mas que a meu ver pecava ordinalmente em um ponto: ausência da utilização aptitudinal de certas matriarcas. Que faziam o uso de uma equação matemática final, mas parecer uma pizza.
Eu acredito que existam na criação de cavalos de corrida, leis fundamentais resguardadas por elementos que fluem mais positivamente em dois fundamentos que considero de suma importância para o desenvolvimento da raça: dominâncias e "transmissibilidades". Resumindo, que existem machos que "imaculam" suas dominâncias em chefias de raça e fêmeas que se eternizam longevas pelos pedigrees clássicos modernos, transformando-se em importan veios de transmissão, não foi dado a estas teorias a continuidade que deveriam merecer.
E hoje estamos que nem o Donald, caçando baleias em um barco de remar e utilizando-se de um anzol...
Porque ninguém se aprofunda nestas duas teorias, instituindo-se novos chefes de raça e matriarcas ? Perguntou-me recentemente o sempre atento Bibinho do Niju. E por isto este artigo foi escrito. deixando a seguintes perguntas no ar: não deveria instituonalizar-se uma linha 1z a partir do mais eficaz veio gerado por uma das filhas de La Troienne ? Ou mesmo seria racional continuarmos a tratar Danzig como mais um Northern Dancer, por suavtrasmissibilidade aptitudinalmente ter pouco haver com Storm Cat, Try My Best ou mesmo Sadler´s Wells ? Outros certos também merecedores de tronos próprios.