Independentemente da atividade em questão, para que seja alcançada qualquer melhoria, sempre serão exigidas mudanças. Mudanças estas que se mostram necessárias devido ao desenvolvimento constante das ações que regem a citada atividade.
Não é uma ojeriza ao jogo, já que no Brasil existem N distintas atividades de apostas. E muito se discute porque o turfe é uma atividade amada nos principais países na América o Sul, mas não no Brasil.
Pois é, trata-se de um enigma que vem desde os idos tempos de sua implantação que nos persegue até os dias de hoje. Não há desculpa, muito menos justificativas que oriente aos mais estudiosos e preocupados com esta questão, o verdadeiro porque deste afastamento cultural para com as corridas de cavalo, existente no território brasileiro.
Nossos quatro principais hipódromos, funcionam - mal em porcamente - quase que empurrados, por poucas centenas de abnegados. Não há a mínima ajuda governamental e o turfista em novelas e contos, sempre é visto como um viciado, que perde todo o seu dinheiro, colocando em risco o futuro de sua família, em apostas. O mesmo não é curtido, nas loterias, raspadinhas e até no ilícito jogo do bicho.
O hipósrmon da gávea, é o único que flutua. O do Cristal e do Tarumã, respiram ajudados pelas máquinas de sobrevivência, enquanto o de Cidade Jardim, situado na cidade locomotiva brasileira, vive dias de penúria.
Algo deve ser feito e acredito que com a mudança de gerência que o Brasil há de ter, com os resultados das próximas eleições, teríamos que ter um plano de recuperação pronto a ser levado a Brasilia, que não apenas prove a excelência de nossa atividade, bem como os importantes serviços que ela exerce para nossas comunidades.
Um lobby deveria ser montado e colocado a espera do momento propício de ser defendido nas raias do poder. Menos taxas, mais incentivos e um plano de marketing que faça a atividade demonstrar toda sua importância no contexto geral. Afinal devimos ter mais adeptos, que o surfe e a bocha...