O Brasil vive um momento impar naquilo que considera a sua democracia. A democracia relativa, limitada que é, aos augúrios de um partido que prega as garantias gilmarmentistas cujo objeto principal é garantir que o código xandônico, não seja sequer interpelado, quanto mais, discutido e muito menos criticado.
No turfe esta lenga lenga, não cola. Pelo menos ainda...
Cruzou na frente, ganha. Seja quem for...
Mas nos grandes centros é possível se notar que os quatro maiores potentados europeus, vão poucos a pouco se decolando dos demais, nos três principais centros hípicos: França, Irlanda e Inglaterra. Mas com algo em comum. Coolmore, Godolphin, Khan e Juddemont Farms. Com raríssimas exceções. É a reedição do clube do Bolinha.
Este fim de semana tivemos a disputa de duas provas de grupo - não na maior esfera - esfera que demonstraram mais uma vez, que o rio tende sempre a correr para o mar. No mais, para um afluente que invariavelmente ele irá desembocar.
Os 2,000 metros do Prix Eugee Adam (G2) de Saint-Cloud vencido por Pearlead Majesty e o Duty Free International stakes (G3), na mesma distância em The Curragh ganho por Purview, demostraram algo em comum: filhos de um mesmo pai, levaram melhor. O que equivale dizer, que cada vez mais os principias resultados estarão, em sua grande maioria, direcionado a uma meia dúzia - de quatro ou cinco - escolhidos. Bom ? Não sei. O que sei é que esta é a direção que o futuro nos designa.
Vocês acham normal que mesmo treinador volta e meia faz primeiro, segundo e terceiro nas provas principais de seu continente, como Aiden O´Brien teve novamente o ensejo de fazer no Irish Derby ?
Pensem no assunto...
