Esta semana estamos a caminho do desfecho de mais uma Copa do Mundo. Mais uma que me recusei a acompanhar direto e que parece ter um enigma cravado em seu bojo, de como a seleção de um pais pode chegar perto das finais, tendo que para com isto, enfrentar as poderosas Austria, Argélia, Jordânia, Cabo Verde, Egito e Suiça - e alguns casos vencidos a duras penas, e outro com vantagem numérica de jogadores, para se ficar por ai - e ser um semi-finalista. Perguntem a FIFA, que resolveu cultuar Messi como o maior jogador de todos os tempos.
Não existe o menor resquício de pudor em tentar manter oculto o desejo maior da entidade, cujo objetivo será uma próxima Copa disputada na Argentina, com 64 seleções.

