Outro. dia, em defesa de alguém que tem tão somente demonstrado respeito e paixão pelo turfe e cavalo nacionais, fui obrigado a lembrar ao navegante critico, que como ele Marcus Arriaga - o criticado em questão - sempre o diz, alguém tem que ser o bibliotecário da atividade.
A memória humana é falha. As vezes põe de lado coisas que não deveriam ser esquecidas e cabe a pessoas como o Marcus, resgata-las, ao isto que ela exigirem, para que não desapareçam na podridão do esgoto da modernidade.
Somos um pais sem um Hall of Fame, cujo intuito principal é resgatar a imagem daqueles - cavalos ou humanos - que de alguma forma, fizeram diferença na nossa atividade. O prêmio Mossoró - do qual orgulho-me de ter ganho, com o único animal que possui sozinho - é o começo e deve ser incentivado e melhor explorado. Mas o Hall of Fame é por assim dizer, a Bíblia de quem quer informações da qualidade de alguém em um pais de seu ainda total desconhecimento.
Portanto necessitamos um Hall of Fame e mais do que isto, de um bibliotecário que guarde os vestígios de um turfe, que mesmo insípido, já foi paz de gravar seu nome, na Dubai World Cup, no Santa Anita Handicap, no King George, no Metropolitan Hcp, na Breeders Cup Mile e tantas outras provas de tamanha envergadura no cenário mundial.
Um atividade que não defende e glorifica aos seus, não merece sequer existir. Fica ai minha opinião e um beliscão na orelha do inoportuno e desleal critico da vez ...
