Sito não existir no turfe brasileiro, o que vejo sobrar no japonês: coesão de princípios. Todos focados numa atividade melhor. No Brasil, infelizmente nos acostumamos a tirar o melhor das coisas, em evidente ganho pessoal e que a atividade se vire em permanecer viva.
Não temos - PELO MENOS QUE EU SAIBA - de um macro plano com objetivos maiores. Vivemos do que o dia seguinte poderá nos proporcionar. Nosso micro plano é de pura sobrevivência e vejo isto no desabafo daquele que criou nosso último grande cavalo, o Eraldo Palmerini.
Olá nestes últimos dias estou vendo uma quantidade enorme de pessoas criadores de cavalo de corrida colocando seus planteis a venda, esta é uma grande preocupação, pois daqui a pouco vai ficar um número diminuto de criadores, esta quantidade não vai conseguir abastecer o mercado de corridas de cavalos no Brasil , proprietário de cavalo velho colocando em leilão de treinamento, porque os custos ficaram muito carros , temos tomar uma providência muito rápida , ós hipódromos criando alguma situação ,para criar ficou muito caro, só para ter ideia , um caminhão de alfafa custa em torno de 33 mil, fora a mão de obra que está cada dia mais difícil , que para manter uma equipe só pagando bem , acho sim que a Abcpcc tem que criar um modelo que reflita sobre nossa atividade, tem muita gente colocando dinheiro do bolso para continuar na atividade, mas temos interferência da família de dizer que estamos gastando muito para criar em uma atividade sem lucro, eu vou tentar encontrar um novo Obataye na minha vida e encontrar um novo Paulo Pelanda de deu de tudo para o cavalo ser o que foi.
Só estou colocando meu pensamento atual .
Eraldo
E ao contrário que possa parecer, após sua maior conquista, irá diminuir seu plant ao invés de aumenta-lo. Isto não daria a vocês a verdadeira dimensão de nosso turfe ?