Sou curioso, mas ao mesmo tempo controlo ao extremo, a minha tendência de tornar-me um chato de galocha com perguntas para saciar a minha curiosidade. No caso presente, me custava crer que Torres Garcia, abrisse mão de ir para os Estados Unidos dar continuidade a sua campanha e optar pela insossa Alemanha, para fazê-lo.
Está certo que metade de seus interesses fora vendido, mas mesmo quem o assim o adquiriu deve ter plena consciência do absurdo que é sequer imaginar esta mudança de rumo.
Foi-me então repassado que Torres Garcia é portador da piroplasmose, o que impossibilita sua ida para as terras de Tio Sam. Logo, a Europa apareceu como a melhor alternativa para a evolução de sua campanha e a Alemanha como um fator de ajuste de adaptação.
Seu destino inicial, na verdade, é o Oriente Médio, no inicio do ano que vem, como me foi devidamente repassado. O que me agrada bastante em ouvir. Pois, trata-se de um filho do nacional e bem sucedido Il Doge, numa mãe pelo transmissor de estamina, Nedawi, com imbreeds em Seattle Slew e Mr. Prospector. Brilhar em Dubai, ou mesmo na Arábia Saudita, não deixa de ser, um bom inicio na esfera internacional.
Já não seria hora do criador brasileiro dar crédito a Il Doge ? Ou quem sabe pensar adiante e ir direto a seu melhor filho, o Planetário ? Os resultados estão ai e a cada ano parecem ser mais promissores.
Um grande dia para todos, na esperança que cavalos como Torres Garcia tenham chances no exterior e nos representem bem.
Ontem fomos 2025.

