Nós, os considerados seres humanos, nitidamente somos criaturas de hábitos. Crescemos acreditando em algo, a nós passado, e não raro rejeitando coisas que para outras civilizações de humanos como nós, é normal de se aceitar. Exemplo, o comercio da carne de cavalos, tão normal por exemplo na civilizada França e inconcebível para mim.
Mas porque não seria eu tão intransigente com a comercialização das carnes de bovinos e suínos ? E das pobres das aves ? Porque esta descriminação entre águias e galinhas ? Uma coisa é certa. Existe um conceito em relação ao consumo de peixes e crustáceos, já sedimentado séculos a fio, desde os tempos bíblicos.
Você amante do turfe, aceita o consumo da carne de cavalos ? De repente degustar um Derby winner? Lamentável sequer se pensar ? Não o foi para os suecos, em relação a Exceller, um filho de um ganhador do Arco, Vaguely Noble (Vienna), numa das maiores matriarcas da história da criação mundial, Too Bald (Bold Eagle), ganhador de 15 de seus 33 compromissos, sendo dez dos mesmos de graduação máxima, e acabou na barriga de alguma família sueca. Até bateu em pista a um tríplice coroado, Seattle Slew, mas nem isto foi suficiente para sacar-lhe de tão triste fim.
Precisamos ter em mente para onde são destinados cavalos de corrida, quando não apresentarem requintes reprodutivos. Graças a Deus, em grande parte do mundo já concentizado, as casas de abates de equinos, estão sendo proibidas de trabalhar.
Mas fica ai a pergunta: PARA ONDE ELES ESTÃO INDO TERMINAR SEUS DIAS ?
Ontem fomos 2508.
