Estava outro dia pensando que por pouco, - na verdade muito pouco - deixei de curtir, Adil, Farwell, Escorial, Narvik e Emerson, naquele que é considerado o primeiro turning point, da criação nacional. Já estava vivo, mas era ainda deficitário em estado, quase vegetativo. Meu discernimento floriu anos depois, primeiro como o Flamengo e depois com o hipódromo da Gávea. Minhas duas paixões além da Verinha...
De lá para cá fui colecionando conhecimento, tendo a sorte de ter reconhecido na pessoa do senhor Atualpa Soares, alguém a ouvir. Muitos craques vi correr e creio que o tempo me forjou em ter a nítida noção de como separar o joio do trigo. Tínhamos um turfe pujante e uma criação numerosa. Não sei exatamente quando isto se findou. Só sei que acreditava tanto no turfe, que larguei a arquitetura, onde ia bem. Vejam o que se tornou nossa atividade. Baixamos tremendamente o nosso número anual de produtos e nossos prêmios simplesmente se tornaram ridículos.
Nosso craque passou a ser pouco explorado na criação. O coetâneo xinfrin assumiu o encargo de criar os novos parâmetros do PSI brasileiro e mesmo assim iniciamos um processo de exportação que parecia que continuado, nos levaria a outro patamar. Pobre ilusão.
Vou parar por aqui, pois a continuação tornara este monólogo fúnebre e creio que já basta ter que mendigar patrocínio para um blog que literalmente atinge hoje milhares de interessados, inclusive internacionalmente, é simplesmente lamentável.
Um bom dia para todos.