A guerra de narrativas que flutua na atmosfera brasileira é colossal. Agora imagine em ano eleitoral. Ela simplesmente avolumasse. E as discussões passam do terreno de idéias a ofensas pessoais. O que num país onde a corrupção rola solta, imediatamente o confronto vira hábito.
Vó Adelina, sábia como sempre, afirmava que em politica, religião, futebol e discussão entre marido e mulher, ninguém deveria meter a colher. Afinal na grande maioria das vezes, nestes assuntos o que tem seu inicio com uma simples troca de idéias, quase sempre termina em barraco. Ministro ataca ministro, e pasmem, até no turfe este mal posicionamento vem se tornando cada dia mais frequente.
Sina do progresso das comunicações ? Talvez, outrossim acho. tratar-se da síndrome do mal informado, que como mal informado que é, invariavelmente apela para as vias de fato, tão logo se vê acuado, sem munição. De uma vez por todas, não me sinto dominador dos pedigrees. Longe de mim, que acredita piamente que o tiro possa vir de qualquer lugar e que em nossa atividade, sempre haverá espaço para um Churrasco, um El Santarém e um Riadhis.
Logo, meus caros vorazes críticos de plantão, aceito as críticas a mim direcionadas, mas igualmente exerço meu constitucional direito de manda-los todos, tomar caju!
Um bom dia para quase todos.
