O QUE DEVE SER FEITO COM NOSSO TURFE ? É a pergunta que mais ouço e cada dia que passa, confesso que fica mais difícil de ser respondida.
Ontem tivemos quatro times do futebol brasileiro tentando se classificar para as semifinais do torneio mais truculento continental, a Libertadores. Três deles o conseguiram, todos a duras penas com um empate espirita e duas derrotas, surpreendentes. Resultados a meu ver, vexatórios O último se dando ao luxo de de ser desclassificado em sua própria casa, chegando ao cumulo de perder um pênalti no último minuto do tempo regulamentar. E pasmem, ainda há gente que crê, sermos os reis deste esporte.
Deveríamos ter o vice-reinado do turfe em nosso continente, perdendo apenas por meros milímetros da poderosa Argentina, que cria um número assombroso maior de produtos ano e termos o crédito de estar quilômetros a frente do Chile, que possui a seu dispor, uma genética que nunca ousamos sequer sonhar. Sobra-nos prepotência de um lado e falta no outro. Porque? Empáfia de um lado e complexo de inferioridade do outro, não há como se negar...
O profissional brasileiro, seja ele treinador, jockey, gerente, agente ou veterinário, simplesmente excede a qualquer expectativa. São eles o âmago da questão, pois, pastos todos tem, alfafa e a ração, equivalem-se e isto é conseguido com menor genética e nenhuma ajuda governamental. Apoio da mídia, não temos nenhum e mesmo em dia de festa, nosso publico é ínfimo se comparamos um jogo modesto de futebol.
O quede ser feito ? Talvez rezar...