Que fique bastante claro que não quero impor a que quer que seja meu modo de pensar e decifrar um pedigree. Tenho a minha maneira de analisar, que até aqui só me ajudou, mas de forma alguma é a única e não sei sequer que possa ser considerada a mais conveniente, para seu especifico caso.
Acredito que os imbreeds em chefes de raça, as duplicações de matriarcas - reconhecidas até a quinta geração como Rasussen Factors - e a fusão de matriarcas por elementos filhos destas por pais distintos - o recentemente apelidado de Balance imbreeds - mais ainda, tendem a fortalecer a fixação de certas características. Mas até que ponto elas possam prevalecer ou mesmo interagir positivamente com as outras forças genéticas de um determinado pedigree , é impossível de se precisar.
Um imbreed pode agir negativamente ? Pode, pois existem cavalos que foram excepcionais em pista, sabendo conviver com defeitos que supostamente eliminam com ares chances de se-lo. Por isto sempre clamo por imbreeds em chefes de raça. Isto é, aqueles que comprovadamente provaram ser melhoradores da raça.
Então qual é a garantia de sucesso ? Diria que nenhuma, porém, há de se convir que suas chances se tornam bem maiores do que arriscar um cruzamento aleatório. Isto para mim, está bastante claro.
Veja que mesmo nos casos de irmãos inteiros, poderão haver distopias de todos os graus, até físicos. Mas existem certos imbreeds que acabam ficando mais populares pelo seu acerto percentualmente melhor. E hoje o formado em função dos filhos de Urban Sea, parece estar tendo uma aceitação, pouco anteriormente vista. O que fazer ? Copiar e testa-los o maior número de vezes, possível. Com a australiana Eight Carats a coisa veio a contento.
Da mesma forma que se pode acreditar num nick, poder-se-a, a meu ver acreditar-se no imbreed como um agente de fixação.
