Vocês notaram que um cavalo brasileiro consta da augusta lista acima e numa posição superior ao do ganhador de dois Arcos, Daryz ? Isto não lhe parece algo estarrecedor ? Não que haja comparações entre um cavalo de meia distância no all Weather com outro de milha e meia na grama. Porque realmente não há. Mas só o fato de estar em tão grande compania, enaltece a todos que de alguma forma fizeram parte de sua vida.
Mas ao final de campanha, não houve ninguém com interesse de aproveitar Gloria de Campeão, na reprodução. E trazido de volta a seu pais de origem, nunca - em momento algum - foi amparado da maneira que merecia. Moral da história, mais um grande cavalo nacional que escorreu pelo ralo...
Gloria de Campeão tinha um fisico invulgar. Era músculo, potente e equilibrado. Me comprou desde o primeiro encontro em seu haras de origem, o Santarém. O adquiri, de forma direta, empacotei e o levei. Er cavalo que procurava.
Seu pedigree era médio, já que seu pai, o sprinter argentino Impression não o desclassificava e havia muita força tanto em sua mãe, uma filha de Clackson da excepcional família argentina 3-d de Unna - sua quarta mãe - que trouxe ao mundo igualmente outro ganhador de gradução máxima, quanto pelo Rasmussen Factor formado em La Farnesina e o imbreed em Good Manners, que tanto caracterizavam seu pedigree.
Mas quiz o destino, que os criadores brasileiros não reconhecessem as benesses contidas nele.
Até quando nos manteremos alheios a possibilidade do garanhão nacional, poder ser em alguns casos, uma possível solução ?