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NEPAL GAVEA´S CHAMPION 2YO - HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

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HARAS ERALDO PALMERINI a casa de Lionel the Best (foto de Paula Bezerra Jr), Jet Lag, Estupenda de Mais, Hotaru, etc...

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HARAS CIFRA - HALSTON POR MARILIA LEMOS

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HARAS RIO IGUASSU A PROCURA DA VELOCIDADE CLÁSSICA - Foto de Karol Loureiro

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HARAS SÃO PEDRO DO ALTO - Qualidade ao invés de Quantidade

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HARAS RED RAFA - O CRIADOR DE PLANETARIO

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STUD YELLOW RIVER - Criando para correr

JOCKEY CLUB BRASILEIRO

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

CONSIDERAÇÕES SOBRE OS ECLIPSE AWARDS

Nesta última versão dos Eclipse Awards, nenhuma surpresa foi conhecida. Como era de se esperar, já que foi um ano ameno, sem grandes disputas e onde apenas Zenyatta pareceu prender a atenção da comunidade turfística com sua invencibilidade até a disputa da Breeders Cup Classic (Gr.1).

Big Drama acabou sendo o melhor sprinter. Os 61 votos dados a Majesticperfection tiveram uma razão de ser, mas que a meu ver não justificaria uma sua vitória no pleito dos awards. No dia em que se enfrentaram, ele e Big Drama nos 1,200m do Alfred G. Vanderbilt Hcp. (Gr.1), o descendente de Pretty Polly simplesmente criou um drama na vida do descendente de Buckpasser. O tratou como se ele fosse um cavalo de claiming. Para muito provou ser melhor cavalo. Inclusive para mim. Mas depois se viu envolvido por problemas físicos. Azar o dele. Sorte de Big Drama. Majesticperfection pode até ser melhor sprinter que Big Drama, mas uma carreira não pode ser decisiva numa votação como esta. Big Drama foi o ganhador da Breeders Cup Sprint (Gr.1) e já é de praxe se dar ao ganhador desta carreira o titulo do mais veloz do pais. Achei justo.

Desnecessária, a meu conceito, a disputa de sprinter entre as fêmeas. Esta é o tipo da categoria, que deveria ter apenas um postulante. Não dividida por sexo. Imaginem Dubai Majesty enfrentando a Big Drama ou Majesticperfection. Latrocínio de primeiro grau?

Uncle Mo, é um diferenciado e como tal provou na votação que poucas eram as chances daqueles que lhe enfrentaram em pista, inclusive Boys at Tuscanova e Pluck, com um voto cada. Este ano terá que provar o que Lookin at Lucky fez. Ser o melhor três anos depois de ter sido o melhor dois anos.  O mesmo poder-se-ia dizer de Awesome Feather.

Lookin at Lucky e Blind Luck, fizeram nem precisaram fazer jus a seus nomes. A sorte não precisou ajuda-los. Sem sombra de dúvida dominaram suas respectivas divisões, a de três anos, em um ano pobre, de poucas estrelas. Em que o ganhador do Derby recebeu  5 votos e o do Preakness 3. O que para mim já foi muito. Talvez apenas Lookin at Lucky e Blind Luck, possam ser assim conceituados; estrelas. Eu complementaria que com apenas uma solitária menção a Eskendereya, que parecia ser o cavalo que brilharia, mas por acidentar-se antes da tríplice coroa, não pode ascender ao infinito.

Blame e Zenyatta igualmente sobraram em suas divisões, a dos mais velhos. Ele por unanimidade ela com apenas um voto contra, dado a Goldikova. E por isto foram os três que decidiram o titulo do cavalo do ano, com vantagem para a filha de Street Cry, por razões que expus anteriormente.

Goldikova não foi unanimidade, como deveria ser, pelo simples fato de ter corrida em apenas uma oportunidade no território norte-americano. Proviso e Gio Ponti eram os únicos nomes que a poderiam derrotar na Breeders Cup Mile (Gr.1). Mas ela mais uma vez prevaleceu. Um fenômeno de quatro patas, duas orelhas e uma cabeça. Uma pena que Tuscan Evening nos tenha abandonado tão prematuramente.

Gio Ponti um cavalo extremamente versátil recebeu o titulo pelo que fez na grama. Justo principalmente pelo fato deste ano não haverem elementos de padrão para este tipo de pista.

Sei que o numero de vitórias em provas de grupo fizeram Pletcher mais uma vez levar o titulo, mas o percentual de provas de grupo ganhas por John Shirreffs me agradou mais. Outrossim, creio que o troféu permaneceu em boas mãos.

Win Star venceu como proprietário, já que não parece ser muito fácil se ganhar o Derby e o Belmont com dois cavalos distintos e novamente diria que a quantidade levou a Adena Springs ao podium. Não a qualidade e sim a quantidade.

Ramon Domigus levou o titulo entre os jôqueis, mas aqui entre nós, se você tiver um bom cavalo, use Garrett Gómez ou John Velasques.

CABEÇAS - MIDNIGHT LUTE


MIDNIGHT LUTE

OS REPRODUTORES QUE NOS INTERESSAM DIRETAMENTE

GIANTS CAUSEWAY
ROYAL ACADEMY

NA AMÉRICA DO SUL

PEQUENO PAPO DE BOTEQUIM: MISTÉRIOS GENÉTICOS?

Existe uma diferença bastante compreensível entre a critica verdadeira e a dança lugubre de um conspurcado ataque pessoal a este ou aquele cavalo. A esta ou aquela pessoa. E o pior, quando o objetivo de seus ataques se confundem, não sabendo mais como separar a pessoa de um determinado cavalo. Penso então, ser este o início do fim da racionalidade humana.

Por isto, não me deixo levar por este tipo de dança. Afasto-me do lúgubre. Do negativismo ostensivo. Do ritmo pouco propício ao discernimento humano. Mantenho-me aberto a qualquer opção. Independente do modismo ou do baixo ou alto custo que possa ter. Foco-me naquilo que acho real. Palpável.  E desta forma, prefiro me manter no terreno das "criticas". Que na verdade nem criticas são. Apresento-as como alertas, consubstanciados na análise dos resultados de algumas pesquisas. Que como tudo na vida podem ser seguidos ou não. Depende da vontade de cada um.


As pesquisas são sempre verdadeiras? Evidentemente que sim.

Seus resultados denotam uma determinada tendência? Com certeza denotam.

Elas lhe garantem o caminho que deve tomar? Nem sempre.

O livre arbítrio pessoal, determina que nem sempre o que é bom para mim, poderá ser igualmente para você. Por isto talvez, os Buckpasser e os Caros funcionam bem aqui e não mais em lugar algum. Talvez seja também a razão dos Halos se darem melhor em lugares como o Japão a Argentina e a Austrália, embora eu não tenha ainda conseguido perceber o que estes três importantes centros turfísticos possam ter em comum. E o que dizer dos Son-in-Law, que chegaram luzir no Brasil ainda no final do século que recém abandonamos? Mistérios genéticos? Evidentemente que não.

Acredito que seja apenas uma questão de adaptação as peculiaridades de um centro. A maneira como se cria, as características físicas e genéticas próprias das éguas locais escolhidas, o tipo de alimentação e cuida, a forma e a época da doma, a maneira de se treinar, a composição do calendário turfístico, o desenho e a formação das pistas, o clima, enfim tudo aquilo que forma o environment que o cavalo se vê cercado. Seja ele um garanhão, uma reprodutora ou mesmo o produto dos mesmos.

O problema é que relutância constante em aceitar o óbvio cria naquele que exerce esta opção, uma interrompida familiaridade com a lucidez. Com o tempo uma inevitabilidade toma conta de si: o faz afastar-se dos verdadeiros propósitos que a  análise de uma pesquisa requer, para que se tenha a oportunidade de se aproveitar, dos ensinamentos que possam estar contidos em seus resultados. Uma vez aqui escrevi e agora repito. Quase sempre inicio uma pesquisa sem ter a mínima noção de onde ela vai me levar. Em outras sinto uma certa tendência se desenhando na atmosfera e vou atrás, até descobrir se ela é produto de um "ocasionísmo", ou tem o seu cunho de verdade.

Entendo que para muitos a compreensão da própria inabilidade de se chegar onde quer, lhe tira o último sorvo de equilíbrio mental. Mas então me pergunto,  que satisfação inalcançável é esta, que leva a estes elementos a buscar o prazer em negar o óbvio ou a combater os dados estatísticos como se estes tivessem sido conseguidos e arrancados das profundezas do inferno?  O que faz estas pessoas perderem seus discernimentos críticos e em desvairos bucólicos, simplesmente apelarem para aquilo que contraria a razão? Que loquacidade é esta que lhe retira a última fímbria de claridade e de coerência para com uma conduta racional. Talvez isto me tenha levado - de forma inconsciente - a publicar daqui para afrente, sempre que houver um espaço e tempo de minha parte, aquilo que rotulei como os Diagramas de Crescimento das linhas superiores clássicas, tendo como base, o período que iniciado em 1974, com a adotação do sistema das provas de grupo, até o final do ano de 2010.

Neles poderão ser vistos e analisados a participação dos reprodutores descendentes de chefes de raça que aqui aportaram, serviram suas éguas e se tornaram, ou não, perpetuadores de suas próprias raças. Apresso-me a lembrar, que são apenas indicadores. Não verdades bíblicas das possibilidades desta ou daquela vertente em se eternizar em nossos campos. Os Bay Ronalds foi a primeira peça da série.

Espero que curtam. E no mais, aos enfurecidos com o dolo que estas amostragens possam lhes causar, o consolo de ler as sábias palavras de Mário de Andrade, que publiquei anteriormente.

SADLERS WELLS TRIUNFA EM SANTA ANITA

PHOTO BENOIT
FAMILIA 11-g
22 Chefes de Raça
NATIVE DANCER 5x5 e
TURN-TO 5x5

PRODUÇÃO NORTE-AMERICANA

OS VOTOS DOS ECLIPSE AWARDS