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terça-feira, 23 de agosto de 2016

PONTO CEGO: SE O RIO DE JANEIRO CONSEGUIU...


O Rio de Janeiro renasce depois destas olimpiadas, pois, o que vai ficar na cidade, além do legado físico, são dois outros legados: o moral e o sentimental. Terminada a festa, fica claro que o Rio de Janeiro e até o Brasil, podem fazer qualquer coisa quando se dispuzerem a fazer. Se aprendermos a votar, seremos uma nação de primeiro mundo. E o sentimental, foi ver esportes que não nos são familiares a nosso dia a dia, estarem repletos de publico. Isto pode fomentar um novo mercado de atletas para nós. 

Quantos Bolts, iram nascer entre daquelas criançãs, que hoje tem 8 e 10 anos e imitavam seu gesto de conquista? Não serão atletas em Tokio, mas o serão em 2024. O sucesso, se baseia na aplicação, mas só existe aplicação se houver interesse daquele que quer se aplicar. Esta é a base da formação de uma equipe olimpica. A Gra Bretanha é o exemplo a ser seguido. Hoje a segunda nação em número de medalhas, graças a um investimento levado a efeito, tendo como alvo, as olimpiadas de 2012 em Londres.


No esporte olimpico de hoje, não existe mais espaço para a improvisação. Não podemos depender, por exemplo de um Guga, de um Gabriel Medina, de um Isaquias Queiróz, que nasceram de uma combustão natural, sendo como são fenomenos da natureza. Temos a obrigação pelo dinheiro até agora investido - o dobro dispendido pela Gra Gretanha - de formar atletas. Após isto, depura-los para se chegar a uma equipe altamente efetiva e não de atletas que comparecem a uma olimpiada sem ter a minima chance de disputa competitiva

 Você só pode exigir de alguém dar aquilo que lhe parece necessário, se esta pessoa, tiver a capacidade de responder a seus anseios. Neymar no sábado fez dois gols importantes. Não importa que tenham sido ambos de bolas paradas. Foi um grande dia para ele e para o Brasil. Tempos atrás um grande dia para o Brasil era o Pelé, meter seis no barbante todos de bola rolando. Desculpem, mas Neymar nunca foi e nunca será Pelé. E nem Pelé deixava uma mensagen para os jovens. Para isto a pessoal tem que ter uma certa formação, moral e cultural, que os ajude a raciocinar como ícones que são para a sociedade. O agora vão ter que me engolir, que deixou de legado de sua apresentação no sábado, não é original, pois, nem dele é. Ouvi de Zagalo uma vez, na forma de um desabafo.

A Cesar o que é de Cesar, diziam os antigos, Não vejo ditado mas certo. Os atletas norte-americanos, em sua grande maioria, são de formação universitária. Esta é a grande estrutura de esportes montada nos Estados Unidos. Bom para ele, poder deixar mensagens para os jovens, da geração seguinte. E mesmo assim existem aqueles que deprendam postos de gasolina no pais alheio, e mentem a seguir descaradamente. Não tentemos exigir que as coisas sempre funcionem as mil maravilhas. Todo ser humano tem o direito de extravazar da foma que mais lhe encantar. Uns com mensagens otimistas, outros com desabafos desafiadores. A função do atleta, principalmente o de alto rendimento, é responder em seu campo de trabalho, com vitórias e recordes. Se além disto, ele deixar uma mensagem de otimismo, melhor ainda. Todavia, não façam disto uma peça obrigatória de seu repertório.

As histórias de superação ouvidas nestas olimpíadas foram muitas. Outrossim, o povo do Rio de Janeiro, também deu sua carga importante de superação, levando-se em conta que somos uma cidade falida, cheia de problemas sociais e de segurança, mas que por três semans, deu uma trégua a amargura e mergulhou em uma imensa onda de alegria.

Há muito tempo não sentia o menor pingo de orgulho de ser carioca. De ter nascido e vivido no Rio de Janeiro. Estas três últimas semanas, resgataram em mim, um senso de bairrismo. Voltei a pensar que o Rio de Janeiro é realmente exuberante e merece ser chamado de a cidade maravilhosa. Demos ao mundo, um exemplo de civilidade, uma civilidade que aqui entre nós, nunca foi nossa mais forte virtude. Tivemos um mal começo, um bom resenrolar porém um fim grandioso. Talvez apoteótico. E este é o grande legado que esta olimpiada deve deixar ao sofrido povo carioca. A esperança de que quando queremos, juntos, tudo podemos.

Porque não extrapolamos para o campo do turfe, esta mesma forma de atuar? Porque não nos unimos por uma criação de cavalos de corrida melhor? Afinal, somos um mercado. Importante nos paises do hemisfério norte, como captador de divisas e formação social. Se o Rio de Janeiro, com suas sucessivos péssimas admistrações foi capaz de levar adiante uma olimpiada, porque nós turfistas não seríamos capazes de fazer o mesmo em nosso seára?