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terça-feira, 4 de outubro de 2016

PEQUENO PAPO DE BOTEQUIM: INÉDITO OU TESTADSO

Diz o ditado popular que o peixe morre pela boca. O que é a mais pura verdade, Porém, acho que o homem, morre também, pois acondiciona em sua boca, a lingua e dizer coisas erradas atraem maus fluídos. Veja o Lula que a 10 anos afirmou que o DEM teria que ser extinto. Pois bem, o DEM cresceu, o PT quase desapareceu e o grande profeta Lula parece que vai mudar de endereço, se forem confirmadas as suspeitas que recaem sobre ele na Lava Jato.

A Lava Jato tem tido muita influência nos destinos do turfe. Paciência. Em qualquer situação, sempre haverá um lado ruim, mesmo a questão sendo considerada pela maioria como nobre. Afinal, algum dia contas seriam pagas e hoje parece que estão sendo e isto afeta a vários setores de nossa vida. Talvez não seja a coisa mais inteligente escrever isto, mas vejo a situação piorar, dia a dia. Haras e proprietarios debendando ou sendo debandados. Desanimo geral naqueles que normalmente investiam com um maior poder aquisitivo. E ainda o pior: um descredito perante a atividade que para mim, pelo menos, é de um inedetismo atróz. Nunca tinha vivido isto antes e espero não ter que ainda ver pela frente com maior intensidade. Temo por aquilo que ainda possa acontecer.

Para os que ficam, as coisas se veem facilitadas. Mas por quanto tempo? A que custo e a que prazer? Será que ganhar de poucos é melhor do que se ganhar de muitos? Ganhar, é sempre ganhar. Sei disto. Mas existe uma aspecto pessoal, que acho importante: 
a realização pessoal. Viver num centro onde alguém tem que ganhar, não me parece uma realização condizente com a atividade. Deveriamos ter passado a muito tempo deste estágio.

Nunca fui um pessimista e tendo conter o otimismo exercendo aquilo para o qual fui treinado de maneira realística. Mas, embora seja duro de se admitir e ainda mais degradante simplesmente escrever, creio que a vaca já está com duas patas no brejo! Mais um empurrãozinho e ela atola para todo o sempre... Algo tem que ser feito e creio que não podemos deixar passar mais tempo.

Pois é, quem escreve morre pela pena, ou agora pelo teclado. Por isto acredito que tem que se ter muito cuidado quando se escreve. Ainda mais que fica gravado para sempre, e alguém que leia anos depois, tem o direito de discordar, mesmo sabendo que as coisas no turfe mudam. Eu mesmo reciclo-me sempre que parece ser necessário. E para tal, você tem que estar update com o que acontece no mundo das pistas.

É fácil, para qualquer um que tenha algo entre as orelhas, além de cabelo, notar que Galileo, Tapit e Dubawi estão dominando a alta esfera clássica.  Mas a que preço? O problema passa a ser descobrir que serão os próximos, antes deles consagram-se e passarem a ser impossíveis de serem tocados. E eu só consigo acreditar que isto seja possível, com muita pesquisa, observação, análise e algo que chamo decisão. Não é fácil se investir no inedetismo, mas só assim você consegue ter acesso a um Ghadeer, um Tumble Lark, um Earldom e um Locris. Estes e muitos outros chegados no Brasil, ainda quando inéditos, consagraram-se. Spend a Buck, fracassado no hemisfério norte, no Brasil se deu bem, mas não seria o fato de ser um descendente de Buckpasser? Royal Academy sempre foi um acima da média por onde passou. Elusive Quality talvez a nossa melhor importação, não nega fogo onde estiver. Mas quando poderemos trazer outros deste calibre ante o exôdo que hoje impera? Não se pode precisar. mas poucos são aqueles que fracassam aqui no hemisfério norte e conseguem se dar bem no hemisfério sul.  Minha mãe é brasileira, ~e não é pelo simples fato de ter nascido aqui, que se for para o Senegal, jogará bem futebol.

Não confundir os casos de Southern Halo, Roy, Candy Stripes, Settleman Day e Mr- Long, com o que aconteceu a Spend a Buck,- Eles iniciaram seus serviços como inéditos na América do Sul, e depois foram levados aos Estados Unidos, onde a poucas chances que tiveram em relação a qualidade de éguas, pode ter sido a razão de seus insucessos. Considero o fracassado, Spend a Buck, como o exemplo, pois, que recebeu o que de melhor havia nos Estados Unidos nos primeiros anos e não correspondeu ao que dele era esperado. Coisas completamente distintas. 

Qual a fórmula? Não existe fórmula. Existe sim um pouco de conhecimento e muita crensa própria naquilo que deve ser feito. E por uma simples razão: quando você investe numa reprodutora existe sempre o risco do fracasso. Mas em reprodutor, não há dúvidas, que este risco, ele tem que ser multiplicado por 60, já que enquanto a égua produz um produto ano, o reprodutor comparece com 60. E depois de você colocar 180 filhos de um reprodutor no solo, os primeiros iniciam campanha e ai você começa a conhecer a boca do baralho. E existem ainda casos de reprodutores que são incapazes de em sua primeira fornada, luzir e se tornam sucesso a partir da segunda. Equalize e Fitzcarraldo são dois exemplos na América do Sul.

Sempre haverá esta dúvida. trazemos um reprodutor inédito, ou aquele que já é testado? Evidente que com nosso aporte financeiro,  este testado não poderá ser sucesso no hemisfério norte.  Da Europa, dois filhos de Monsun, um de Sadlers Wells e até dois de Galileo, passaram recentemente por aqui. Cavalos de campanhas extraordinárias em pista, mas no caso dos três primeiros com pouco sucesso no exterior. O que tiramos disto? Do que já estreado, não muito. Porém a gente tem que levar em consideração que se um destes atingir uma marca igual ou superior a 10% de ganhadores de grupo, do total de número de registrados, valeu a pena.

INEDITO OU TESTADO?