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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

PONTO CEGO: RIVALIDADES


Gosto de futebol e como todo brasileiro acho que entendo. Vou explicar o porque inicio assim. Outro dia me perguntaram qual era o maior clássico do Brasil, e eu não levei um segundo para responder, o Fla-Flu. Aquele que iniciou, segundo Nelson Rodrigues, 40 anos antes do nada. Contudo, um jornal acaba de publicar ser o Grenal, o mais importante cofronto da atualidade.  Claro que este jornal tem sua sede em Porto Alegre. Concordo, ser este o embate de maior duração. Ele se desenvolve em 15 dias, sete antes de provocações e sete depois, com reclamações. Mas no jogo, que tem mais soco do que chutes a gol, é zero a zero, com muita pancadaria e expulsões. Quando alguém viu o último grande Grenal? Jogado apenas na bola? Talvez por isto, depois da instituição do Campeonato por pontos corridos, nenhum dos dois times gauchos, ainda veio a ser campeão. Em favor de minha simpatia escandalosa pelo Inter, diria, que pelo menos ele chegou perto em duas oportunidades.

No Grenal de ontem, não seria diferente, mas com Celso Roth de um lado e Renato Portalupe, do outro, o que pode se esperar, se não, um antifutebol? Ai vem aquelas histórias que Miller Bolanos deu uma bochechada na mão do adversário e o Rodrigo Dourado, deu outra na mão de Edilson. Ninguém teve culpa. O expuisa os dois, ou não expulsa ninguém! Lei da sobrevivência do arbitron neste clássico. E toma reclamações de ambas as partes. Só a titulo de ilustração, este tal de Edilson. que deveria pegar um gancho homérico - coletou seu terceiro cartão vermelho, ele que já conta com nove amarelos no campeonato. Não deveria ser levado ao MMA?

O que a gente espera no turfe, são rivalidades como estas, evidentemente sem pancadarias e com performances melhores que as do Grenal. Por isto, sou cabo eleitoral do Fla-Flu. Mas tem gente que pensa de forma distinta.

Abro parênteses. Rivalidades são incentivadoras de aumento de rendimento. O Palmeiras tem uma rivalidade sobre o Corinthias e seus embates são a meu ver mais excitantes do que o Grenal. Embora não tão como o Fla-Flu e o Cruzeiro-Atletico Mineiro. Mas o que há de se dizer em relação ao Palmeiras, é que sua torcida tem também seus maus elementos, mas não tão letais e numerosos como o dos Corinthians. Estes aonde vão, matam, agridem policias e elegem presidentes, porque têm direito a voto, por comprar titulos a custos baixos. E ainda por cima tem um estádio de construção duvidosa e seu maior torcedor, é um acusado de ser o chefe da corrupção brasileira. Fecha parênteses.

Assisti a varias rivalidades no turfe, mas quase todas elas fora de nossas fronteiras. O que sugere, que somos, quase que incapazes de produzir dois fora de series, em uma mesma geração. Isto não é bom. Eu diria ser até perigoso.

O turfe vive de seus heróis, e isto tivemos vários. Outrossim, eles lideraram suas respectivas gerações, não dando chances para rivalidades maiores. Rivalidades bem caracterizadas, não me lembro de quase nenhuma. Pode ter havido, e milha falha memória, não trás nenhuma a luz no memento. Apenas a de Flying Finn e Falcon Jet. E o que deixava esta rivalidade ainda mais excitante era o fato de um ser filho de Clackson e outro do Ghadeer. Creio eu os dois mais importantes reprodutores da era moderna.

Flying Finn ganhou o Derby e o Brasil. Falcon Jet, o Brasil, o Latino Americano e o Matias Machiline. E em qualquer resultado havia a presença do adversários nas posições imediatamente inferiores. Imagiunem se um deles não tivesse existido. O outro estaria idolatrado para todo o sempre. Na reprodução, ambos não confirmaram as esperanças nele depositadas. O primeiro um fracasso, o segundo menos pior, mas loge de se atingir o teto sequer mediano. Outra rivalidade, apenas que mais branda, Kenético e Kiflago.

Voltando a Flying Flynn e Falcon Jet, um deles, sem a presença do outro teria ganho simplesmente tudo. Como então explicar sendo eles, dois elementos de alta capacidade tecnica e filhos dos melhores reprodutores que o Brasil teve nos tempos modernos, fracassarem, como fracassaram no breeding-shed?

Eu acho que tenho a resposta.