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terça-feira, 29 de novembro de 2016

PONTO CEGO: ASCETISMO LAICO E RELIGIOSIDADE FERRENHA.


Não importa o que você acredita. Se o homem vem do macaco, se de uma celula mater, ou mesmo da imagem de barro esculpida por um ser maior à sua imagem.  O importante é que existimos, Alguém nos invetou e o corpo humano é a mais perfeita máquina já inventada. Um dia morrremos, a máquina para de funcionar, mas até lá temos aquilo que comumente é chamado de livre-arbitrio. Decidimos a nossa própria sorte. Certos ou errados, tomamos nossas decisões.

De um lado vemos um ascetismo laico e de outra uma religiosidade ferrenha. Quem tem a razão? Não sei. Eu tenho a minha crensa, Acredito em umas coisas e não em outras, e vou tocando o meu barquinho. Penso que a adoção de apenas um caminho, seja ele laico ou religioso, o privará de na vida conhecer as benesses do outro. Por isto, sempre achei que você deve ter opiniões sólidas sobre aquilo que acredita, mas de maneira alguma deve desmerecer aquilo que os outros acreditam, mesmo que isto lhe soe falso.

Desde o inicio foi a norma que criei em torno de mim, ao analisar coisas do turfe. Outrossim, por mais que você tente o equilibrio, sempre haverão aquelas escandalosas preferências, que o puxam para uma determinada direção. A preferência, é o tendão de Aquiles do analista. A tendência de perdoar aquilo que se gosta é sempre grande.

Quem não gosta do Pelé? Acho que exista quase uma unanimidade nisto, exceptuando-se os argentinos. Pois, é ele tornou uma aberração no futebol, possivel. Para lhe dar um merecido titulo nacional, pelo que tudo que fez pelo nosso futebol, mas num tempo que não haviam campeonatos nacionais, A CBF inventou que torneios entre dois ou três Estados da nação, tinham um valor nacional. E agora um clube que não havia ganho uma disputa nacional ha 24 anos, passa a ser ganhador de nove embates, na história brasileira. Isto é deixar que algo sério se torne ficticio, para saciar escandalosas preferências.

Se eu tivesse que dar um concelho a alguém que estivesse começando no turfe, daria o de ser frio em suas decisões e não deixar que suas preferências falem mais alto em seus atos. Mas como, se isto é uma atividade movida a paixões?

O turfe deve ser um mixto de lazer e negocio. Nunca um hobby. Porém, nunca também uma forma única de se ganhar dinheiro. Dinheiro se ganha, mas este so fuíra, de forma constante, quando iniciar seu sucesso. Cavalo bom tem preço.

Mas voltando ao assunto principal desta nota, seria desonesto de minha parte, eu achar que o maior cavalo brasileiro tenha sido Much Better, pelo simples fato de eu te-lo selecionado. Ele foi um dos melhores cavalos entre os mais velhos na milha e meia. Mas seria ele do mesmo nivel de Itajara, aos três anos? Creio que não. Teria ele sido melhor, mesmo entre os mais velhos da milha na areia aos 2,000 metros na grama, como Duplex? Duvido. Você não toma um partido, por simplesmente ter preferências escandalosas pelo mesmo. Você tem que ser justo. Você ter que julgar a situação, da melhor forma possível.

Porque levantei este assunto? Pois, outro dia em um comentário, relacionei alguns cavalos como sendo os mais importantes da história do turfe brasileiro. Era uma opinião, minha, destituida de qualquer defesa técnica. Não um fato.

Para selecionar cavalos que correram em diferentes pistas e em diferentes épocas, existem rates, não instituidos por uma ou duas pessoas. E sim por uma empresa tipo Timeform.

Olhem como o Timeform marcou os 65 cavalos que segundo eles, devem ser os mais importantes da história. Sem ascetismo laico ou religiosidade ferrenha.