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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

PONTO CEGO: O QUE O ALHO TEM COM O BUGALHO?

O Cristiano Ronaldo foi eleito o melhor jogador do ano. E eu li no meu facebook, uma revolta generalizada, em defesa de Messi. E foi ai que eu pensei, o que o alho tem com o bugalho?

Que Messi é mais jogador em termos de habilidade que o Cristiano Ronaldo, isto não há o menor resquicio de duvida. Porém, não é isto que está em jogo. O que estava em jogo, era a participação do ano e nesta o português em tudo, suplantou o argentino. Seja por numero de goals, seja por número de campeonatos. E era isto que me parece que estava em jogo. Cristiano Ronaldo é produto de muita preparação. Messi, um talento nato.

No turfe existe esta mesma polêmica. Aquele que tem o talento máximo, e por isto conta com o agrado popular. E aquele que é o gladiador, que se prepara - ou é preparado - para sofre a pressçao e sobresair. Nos grandes duelos natos, do turfe norte-americano, Affirmed, Sunday Silence e Swaps, tinham menos habilidade que Alydar, Sunday Silence e Nashua, mas prevalesceram quando a deles foi exigido o esforço para tal.

Gosto do gladiador, tipo Clackson, que pode não ser o elemento de maior habilidade de sua turma, mas que tenta e infernuza a vida dos portadores de alta classe. Isto é um opinião meramente pessoal, já que embora Sunday Silence tenha sido melhor reprodutos que Alydar, tanto Affirmed, quanto Swaps, foram inferiores a seus desafetos no breeding-shed.

Nem todo cavalo tem pedigree. Nem todo atleta foi criado para ser um. Logo, as vezes o que se vê na pista, não é apenas uma equiparação sobre habilidade locomotora.

Galileo, é um exemplo nato, de uma cavalo gladiador com extrema classe. Dubawi, para mim, era mais gladiador do que um elemento imbuido de tremenda classe. O mesmo digo em relação a Tapit, que de maneira alguma tinha a classe de seu pai e muito menos de seu avô. Mas que está se provando um reprodutor diferenciado. Convivi com ele, pois, treinado que era por Michael Dickenson, numa época em que estive muito ligado a este treinador.

Não acompanhei Acteon Man, quando este estava em campanha, mas as informações que tinha, é que mesmo não tendo as condições que um atleta tem que ter, corria muito, pois, gostava do que fazia. Vi Wild Event correr e penso que ele tinha menos clásse que Yagli, mas em minha opinião, sobrava em coração, Sei que Redattore, era um gladiador e garanto a vocês que poucos cavalos tinham o coração de First American e Hard Buck. Agora, nenhum  dos citados - novamente em minha opinião - tinha a classe de Much Better, mas eles como reprodutores, podem ser considerados superiores.

Logo, não existe uma regra básica,  que você garanta ser a certa e assine em baixo, para se escolher um reprodutor. Ainda mais, que tem gente que prefere arriscar no garanhão já testado - nem que este não tenha tido sucesso - do que o novato. Eu aconcelho a usar seu feeling. Ou aquele que você acedite que vai se encaixar bem em seu grupo de éguas. Mas para que isto aconteça, você tem que ter um grupo parelho de reprodutoras, ou um projeto de cruzamentos.

E isto, que penso, é como tratar o turfe como um alho, nunca como um bugalho.