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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

PONTO CEGO: OS REIS DO BRASIL

Wild Event

O que foi citar, não me parece uma descoberta. Poderia no máximo ser vista como uma constatação. E que evidentemente se aplica para a grande maioria, não para todo e qualquer individuo. Não creio que seja desdouro algum, um garanhão transmitir stamina limitada a seus filhos, e outros pouca precocidade. Evidentemente que o reprodutor completo, deveria dar tudo e de todas as maneiras. Todavia poucos, são aqueles que assim o conseguem fazer. Mesmo os grandes. Galileo é o exemplo do garanhão completo. O mesmo não poderia ser dito de seu pai Sadlers Wells. E os dois foram depois de Northern Dancer, o que melhor surgiu no universo do moderno cavalo de corrida.

No Brasil, não se pode fugir a regra, Os dois maiores reprodutores, em minha opinião, dos tempos modernos da criação brasileira, foram, Ghadeer e Clackson, e enquanto o primeiro não primava pela transmissão de stamina para os 2,400 metros o segundo, o fazia, mas pecava no item precocidade.

Hoje vejo, por exemplo Wild Event limitado na transmissão staminica, sendo sobejamente ultrapassado por seu companheiro de barn, Signal Tap, embora exista um verdadeiro canyon, entre os resultados dos mesmos. Da mesma forma acontecido anos antes com Jules e Present the Colors. E estes são exemplos advindos do estabelecimento de cria, que a anos coleta os melhores resultados clássicos em solo brasileiro.

Em qualquer tipo de comparação, não podemos colocar em um mesmo saco, alhos e bugalhos. Temos que ter uma minima preocupação paramental quando vertemos a situação para os números. E isto não faz de Wild Event um reprodutor menor do que Clackson, ou mesmo Roi Normand, que era de todos o que apresentava uma mais eclética situação em sua descendência. Estes corriam dos 1,000 aos 3,000 e em qualquer estágio de suas carreiras.

Acredito pelo andar da carruagem, que até o final do ano que vem, Wild Event, alcançara a segunda colocação entre aqueles produtores capazes de produzir um número maior de individuais ganhadores de grupo, como pode ser visto na tabela que se segue. Não creio que alcançara Ghadeer, mas chegara perto. 

Sei que num pais em que torneiro mecânico é considerado gênio politico, não existe muito espaço para reis e rainhas, contudo, como sou ainda um adepto da monarquia, apresento abaixo, os cinco reis do turfe brasileiro, pelo número de individuais ganhadores de grupo, produzidos até aqui.