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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

PONTO CEGO: UMA QUESTÃO DE BOM SENSO.


Vou dizer uma coisa para vocês. Gosto de vez em quando rever o que um dia li, pois, tenho o extranho hábito de marcar com tinta amarela, aquilo que de uma forma me marcou na época. A gente muda, a gente se repagina, e algo que o marca em determinada época, pode parecer idiota anos depois ou altamente inteligente. 

Pois, bem, depois de dois aborrecimentos, coisas de trabalho, fui direto a The Passions of the Soul, um livro de René Descates de meados do século XVI, onde encontrei esta passagem assinalada.


"The soul has its principal set 
in the small gland located 
in the middle of the brain". 

E eu comecei a pensar o que me levara a marcar tão estranha descrição. Tinha pouco mais de 20 anos quando li este livro pela primeira vez e talvez não tivesse entendido o que o pensador queria dizer. Pois bem, continuo a não entender, mas aprecio mais o texto.

Você não precisa cair a fundo numa questão para sentir se ela é dotada ou não de bom senso. Outro dia, em um e-mail, alguém que agora não me recordo o nome, me inquiriu porque eu tentava apresentar minhas teses num blog aberto, a todo tipo de leitor, num nivel que poucas pessoas entendiam. Desculpe-me se assim o faço, ou que talvez alguns pensam que eu faço. Nunca foi a minha intenção.

Sempre odiei o economês, aquela lingua que os economistas usam para você acreditar que eles estão falando a mais pura verdade. Com a devida vênia, o linguajar dos advogados de tribunais, é ainda mais complexo. Ineligivel ! Logo, nunca usaria deste artificio, para provar meus pontos de vista. Outrossim, acredito que mesmo que um leitor não entenda toda a minha dissertação, ele poderá ver se ela é regada a bom senso ou não. E esta é a razão dos artigos. Nada são verdades biblicas. São apenas análises que demonstram que certos resultados se concentram em alguns grupos.

O mais importante de todos, é o conceito que se deve preencher todas as bases, como numa partida de baseball, para então se tentar o home-running. E é isto que tento fazer. É o que chamo de maximizar suas chances de acerto, e consequentemente minimizar as de erro. Este é o modo que elboro para acreditar ou não em um reprodutor.

Um reprodutor que me anima, embora não tenha recebido um forte contigente de éguas, é o nacional Que Fenomeno. Poruqe gosto dele? Porque em termos de pedigree me parece perfeito. Trata-se de um Northern Afleet, da linha de Pretty Polly, duplicado na grande égua Tamerett, e com o doublé magico de imbreeds em Northern Dancer e Mr. Prospector. Corria muito, tem um fisico moderno e como disse tem um pedigree de garanhão.

Seu primeiro produto estreou, sendo segundo em Cidade Jardim. Trata-se de Prima Classe, uma 5-h, fortemente imbreed em Mr. Prospector e seu pai Raise a Native, o que no minimo garantiu esta precocidade e uma velocidade demonstrada, no minimo digna de nota. Perdeu para alguém que me parece igualmente dotado de classe.

O que fazer de Que Fenomenol? É ainda cedo para determinar a qualidade de um garanhão que tem apenas um elemento estreado, mas eu diria que ele é, geneticamente, no mínimo confiavel.

Este é um exemplo que um reprodutor nacional, de pedigree internacional, bom fisico e boa campanha, pode fazer para um criador. Ele, é melhor que 90% dos importados que com ele competem atualmente e isto não é dificil de se entender, basta se ter bom senso e um minimo de conhecimento.

Já disse isto em mais de um vez: Reprodutores nacionais, com pedigrees internacionais, como Acteon Man, Redattore, Hard Buck e Que Fenomeno, para se citar apenas alguns, se enquadram naquilo que penso ser uma das saídas para a criação brasileira. Eles são nacionais, pelo simples razão de terem nascido em nosso territoório. Seus pais são importados.  Não seria acreditar neles, uma questão de bom senso?