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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: O MILAGRE BRASILEIRO

Boas lembranças me vieram imediatamente a mente, ao assistir pela televisão o jogo entre Cruzeiro e Atletico desta semana. O Brasil é um pais tão sui generis, que mesmo sendo reconhecido como a nação do futebol, clássicos futebolisticos regionais de grande porte, estavam sendo disputados com apenas uma torcida. Isto é pior do que o começo do fim. É o fim!

Comparo esta situação a alguém que possa ter um pequeno furunculo no braço e a solução encontrada pelo médico, seja a de amputar o membro. Fácil de ser resolvido, evidentemente, em detrimento daquele que era o dono do braço. Proibir uma torcida de comparecer, pelo simples fato de achar que a situação de segunrança, fica mais fácil de ser resolvida é uma desculpa esfarrapada, tal como um "fato alternativo".

Pode ser que "fatos alternativos" funcionem na corte de Trump, mas normalmente não o levam ninguém, a lugar nenhum. Torcida única é a falência do futebol e apontam as deficiências dos sistemas de segurança de uma nação. Para mim, não passa de um retrato patético da situação em que encontra um reino estabelecido pelo PT e que ruiu não deixando pedra sobre pedra.

Não sou um apologista das tribos em extinção. Não torço para que qualquer tribo siga esta trilha, porém, sinto que é minha obrigação como analista, não só sacar como até prever - se possível for - que uma determinada tribo está se extinguindo nas linhas altas dos pedigrees dos ganhadores de grupo.

Pertencemos ao hemisfério sul e não é fácil de se entender a principio, que existem linhas em extinção no hemisfério norte, que florescem no hemisfério sul. Sermos mais fracos é parte da equação. Mas o desuso de uma linha que não é fashionable, no hemisfério norte, causa pelo menos o êxodo. Se houver concorância, pergunto, e gostaria de receber uma resposta - como eu tivesse quatro anos de idade - quais filhos e netos destes reprodutores, que sucumbiram as leis da extinção  no hemisfério norte,  que se mantém - isto é vivas por mais de uma geração em altas - em voga na dissemação de classe?

Este é o x do problema. A principio, nunca se deve acreditar no filho da exceção e temos um exemplo muito recente disto, daquele que em minha opinião, talvez tenha sido, a maior das exceções do turfe moderno, Monsun. Quais filhos de Monsum estão bombando no mundo?  Nem no Brasil, diria que seus dois mais conceituaos filhos em pista, tenham feito uma real diferença em nosso breeding-shed. E olha, que eles tiveram o apoio, dos apologistas a abertura de nossos pedigrees, que a meu ver já estão escancarados.

Qual o filho de Spend a Buck que colou, reprodutivamente? Talvez,  e mesmo assim timidamente, Spend a Dolar, no Peru. Qual o filho de Spend a Dolar que reluz? Aceito o silência como frma de corroborar minha teses... 

Aceito o fato que é mais barato se adquirir um melhor descendente de Monsun, do que um de Galileo. Mas a pergunta passa a ser a seguinte. A longo prazo, qual é a herança que cada uma deixa? No caso do Brasil, nenhuma das duas. No da Argentina e no chile, as dos descendentes de Northern Dancer.

O que quero realçar, é que já temos o problema de não patrocinarmos devidamente o reprodutor nacional e ainda por cima acreditamos que o que não dá certo no resto do mundo, dará certo no Brasil. Aliás, isto se chama, o milagre brasileiro, uma herança, aqui deixada, pelo ministro Delfim Neto.

Estaria eu sendo pessimista? Senhores, vamos e venhamos se nem a Lava Jato, conseguiu colocar, até aqui, um único politico em exercicio de suas funções na cadeia,  qual é a probabilidade de acharmos que as coisas irão realmente mudar no turfe brasileiro? No reino de Brasilia, somos a asa da mosca que pousou no excremento do cavalo do bandido, que foi morto pelo mocinho, com dois minutos de projeção. E diga.se de passagem, a pelicula é mexicana...

Dada a nossa insignificância, então, qual seriam os passos a se tomar? Primeiro teriamos que nos unir. Segundo formar uma frente poderosa com pelo menos cinco proprietários e então terceiro, mostrar, em Brasilia, a alguma pessoa com poder na atual administração, da importância que temos e da responsabilidade social que gerimos. Ai então, haveria uma pequena chance de mudanças.

Sei que nosso presidente de nossa Associação, está embrenhado até o último fio de cabelo neste compromisso, mas a verdade é que precisa de mais apoio, principalmente, daquelas figuras que detém notoriedade nos meios financeiros ou politicos. A dúvida passa a ser: teriamos estes cinco? Ou tnos embrearemos em um turfe, onde prêmios não são pagos e que os proprietarios, são os criadores de seus próprios cavalos?

Uma coisa é certa. Em toda catastrofe, alguém se beneficia. Portanto, se a coisa chegar a este nível, o resto do mundo,pelo menos nos verá, como o pais do esporte dos reis.