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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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sexta-feira, 21 de julho de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: TERRA GANHA CORRIDA_

Terra ganha corrida? Esta foi a questão a mim proposta por alguém que disse ter 18 anos, mas que adora cavalos de corrida. A terra a que ele se refere, seria naturalmente o haras, melhor dito. E eu o respondi prontamente, com aquilo que há muito tempo não sai de minha cabeça. Terra molda o atleta, genética cria o corredor e vontade de vencer, diferencia o craque.

Frase bonita, sempre cria um efeito. mas frase com conteudo bonita, inflama mais ainda a sua sede de aprender. Disse.me algu]em, que agora n'ao posso me lembrar.

Como aqui já me reportei em mais de uma oportunidade, acho que a criação do cavalo de corrida brasileira, em termos de haras, está em grande número de haras, acima de qualquer suspeita. Criamos atletas que nem sempre viram - em sua essência - cavalos de corrida, porque pecamos na genética. E creio que não seja apenas o caso da falta de um lastro financeiro. Gostamos também de inventar. Somos vidrados no modismo. E nos deixamos levar pelo canto das sereias. O brasileiro se pudesse reinventava a roda, o faria. E a criação de cavalos de corrida, é como qualquer outra criação, seja arquitetônica ou financeira: nada se cria, tudo se copia e se possível melhora-se.

Se Galileo funciona bem com Danehill, porque não repetir a formula com seus filhos? Ai é que entra a certeza da genética. Ela só funcionará se houver um mensageiro fidedigno. Mas na qustão da feitura deste atleta, temos que ser decisivos. Lembra de Duplex? Ele em pista foi superior a Clackson, mas este último com mais fisico e mesmo com menos pedigree e campanha, o suplantou. Duplex formava elementos como ele próprio, que não tinham aquela sua imensa vontade de vencer, e aqui entre nós não eram criados em campos que considero recomendáveis.

Hoje temos Bagé e Paraná, este último em duas regiões ben solidificadas: São José dos Pinhais e Tijucas do Sul, que são responsáveis bem mais de 70% dos ganhadores de grupo no Rio de Janeiro, onde atualmente a competição mais forte de nosso pais, se desenvolve. Pelo andar da carruagem, este ano acho que suplantará os 80%.

Quem seria o Champion 2yo do Brasil? Eu não tenho o menor resquicio de dúvida que foi Jadir. Seu criador, o Eternamente Rio, o local, seu antigo haras, hoje de propriedade do Niju. Eu queria deixar claro que com um genética acima da média - não espetacular como outros haras da região, o Eternamente Rio teve, quando proprietario e agora como pensionista, um resultado espetacular, como criador. Como espetacular sempre foi o haras São José da serra em São José dos Pinhais e o Tributo da Ópera de Tijucas do Sul.

Mesmo quando me dizia que nunca iria criar, eu sempre alertei ao Stefan Friborg, que se ele um dia mudasse sua opinião, estes seriam nos Paranã o haras a se comprar. Ele comprou, por conta própria, o Tributo da Ópera e seu resultado com uma genética média, - posso assim afirmar pois montei seu plantel para corrida - a meu ver foi espetacular. Quando o São José da Serra se desfez de seu plantel, fui um dos que dei força ao Figueira do lago, a transferir para de suas éguas para lá. Já que as outras estavam sediadas em Bagé, no Lorolu, que juntamente com o Niju, entre os que aceitam board, são para mim, os melhores.

Se eu fosse cavalo, gostaria de viver minha vida no Santa Rita da Serra, que para mim, é o haras que tem o melhor meio ambiente de criação das terras Brasileiras.

Tenho acompanhado de perto o desenvolvimento do Niju, e digo que ele quando tiver a genética assentada será uma força no mercado, pois tem a vontade, o pessoal e uma área que me faz revisar seus produtos nos campos, quando ainda nos campos. Penso que quando adequar a genética a sua criação, seus resultados serão impressionantes.

Meu caro Vicente, terra faz um atleta e na dura disputa em pista, a formação óssea, muscular e circulatória são de grande ajuda. O resto é literatura.