SE VOCÊ NÃO GOSTA DE TURFE, PROCURE OUTRO BLOG. A IDÉIA AQUI NÃO É A DE SE LAVAR A ROUPA SUJA E FAZER POLITICA TURFISTICA. A IDÉIA AQUI É DE SE DISCUTIR TEORIAS QUE POSSAM MELHORAR A CRIAÇÃO E O DESEMPENHO DO CAVALO DE CORRIDA. ESTAMOS ABERTOS AS CRITICAS E AS TEORIAS QUE QUALQUER UM POSSA TER. ENTRE EM NOSSA AERONAVE, APERTEM OS CINTOS E VISITEM CONOSCO, O INCRIVEL MUNDO DO CAVALO DE CORRIDA, ONDE QUERENDO OU NÃO, TUDO É PRETO NO BRANCO!
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quinta-feira, 31 de maio de 2018
PONTO CEGO: NOVAS IDEIAS
Tenho pavor de ajundatamentos. Mais de meia dúzia de pessoas, a não ser no Maracanã, para mim, já é o inicio de uma revolução. E no Brasil, tudo é razão para uma revolução. Muita gente apoia a greve dos caminhoneiros - que diga-se de passagem é justa - pelo simples fato de ser contra o governo. o que não se pode condenar, pois, considero hoje o Brasil uma nave sem piloto. Está no controle remoto.
Depois de 13 anos de insanidade mental, o responsável pelos primeios oitos anos de hospício está preso e o poste que ele fez se eleger continua tentando empacotar ar e colocar de volta o dentifricio de volta no tubo. Logo nosso futuro não me parece brilhante, já que quem teria que comandar a nave não responde a um processo, por ter imunidades. E o que isto acarreta?
O Uruguay sentindo que nosso turfe vai de mal a pior e que seus investidores sabem que comprar no Brasil, além de lhes garantir melhor qualidade pode ser ainda mais barato, e somando-se a isto a descoberta dos proprietarios brasileiros que correr em Maronas é mais fácil de se obter sucesso que em Cidade Jardim, e que a premiação é maior e paga em dia, arrumou uma maneira de faturar. Criou taxas de importação e agora as aumentaram.
Eles tem todo o direito de criar estas taxas, como os caminhoneiros de reinvidicar por condições melhores. Todavia, estas coisas acontecem pois, não estamos fazendo com que as coisas acontecem no Brasil bem como em nosso turfe. Estamos de pires na mão.
É preciso se objetivar nossos alvos. Por exemplo, durante toda toda a minha vida vi por exemplo o Prix Diane associado a um empresa que tinha como publico alvo mulheres. O Arco, durante muitos anos por uma cadeia de hotéis. E me pergunto, numa cidade metropole como São Paulo e turistica como Rio de Janeiro, porque não exploramos estes veios? Não é possivel que possamos vender a estes patrocinadores a existência de publicos alvos.
Precisamos de gente que acredite no turfe, invista e seja empreendedora. Por exemplo, conheço de longa data o Edson Alexandre. Fomos sócios no inicio da Albatroz. Em tudo em que colocou suas mãos - exceto na construção de piscinas - progrediu. Não seria importante ouvir pessoas como ele, para se tentar idéias novas?
E como ele, existem outros. Não seria importante junta-los em volta de uma mesa e tentar se chegar a idéias novas? Não podemos nos da ao luxo de cruzar os braços e ficar parados, vivendo o marasmo do nada. Da incerteza e da desconfiança. Do ex-Brasil do PT
