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terça-feira, 29 de maio de 2018

PONTO CEGO: A PROCURA DE HERÓIS.

Somos um pais diferente. Aliás, tenho que ir mais longe. Somos uma população sui-generis. Com características próprias e só entendidas por nós mesmos. Aquele povinho que Deus colocou no Brasil, para contrabalaçar os terremotos, maremotos, furacões, nevascas, erupções vulcânicas, tornedos, que foram colocados em outros paises.

Este fim de semana assisti a um jogo entre o lider da competição e o segundo colocado no campeonato brasileiro, e pasmem, os dois times estão sendo dirigidos por treinadores interinos. Não lhes parece estranho? Seria isto normal? Isto faz apenas real o que um tio me disse quando eu era ainda pequeno: Aqui acontecem coisas que até Deus duvida.

Querem um exemplo. Um poste foi eleito para o maior cargo administrativo do pais. Fato inédito no mundo e não satisfeitos reelegemos este mesmo poste. E este veio com uma idéia revolucionária de empacotar vento. Todos riram. Imaginem se houvessemos conseguido implantar esta tecnologia inimáginável, a greve dos combustiveis não seria um problema, pois, nossos aviões, carros e recolhimento de lixo, tudo isto poderia serem movidos a vento. E não teria havido crise.

Vivemos um momento de alta crise e no pico das mesmas, os estádios no fim de semana estavam cheios, o que prova que o futebol, tem seu mundo próprio. No Brasil ele é algo a parte. Acima do bem e do mal, onde tudo é válido e atribuido a uma pretensa paixão. Aquela reconhecida pretensa paixão inexistente no povo brasileiro em relação ao turfe. Paixão que o uruguaio e o argentino, nossos vizinhos mais próximos, extravazam pelos poros. Isto é uma realidade, consubstanciada em fatos verificados dia após dia. Pegue um taxi em Ezeiza e confirme.

Podemos criar uma paixão? Eu acho que sim. É dificil, mas longe de ser considerado impossível. Corrijam-me se estiver errado, porém, não me lembro de termos paixões com Formula 1, volley, tennis e surfe, todavia, heróis e grandes times, que conquistaram campeonatos, criaram estas paixões. O brasileiro não é um povo que dispute coisissima alguma. O brasileiro gosta de ganhar. Seja com gol de mão, em impedimento, com a quebra do adversário ou pela simples obra do acaso do Espirito Santo. Se houve humilhação da outra parte, melhor ainda! Acreditamos em milagres e temos a total consciência que alguém há de resolver o problema. Por isto, adoramos o salvador da pátria. O pai dos pobres. O Santo padinho pade Ciço. Resumindo, ganhar no Brasil, não é uma questão de merecimento e sim uma consequência do querer levar vantagem em tudo.

Eu acho que Mossoró, Farwell e Immensity, em suas respectivas épocas foram feitos heróis e a coisa funcionou. Da vitória de Immensity com dois outros brasileiros em segundo e terceiro num Pellegini memorável, para cá muita gente poderia ter sido feita herói. E porque não o foram? Falha da imprensa, que com a ausência de espaço e viabilidade de extenar suas idéias, emudeceu. Onde a massa de publico pode tomar conhecimento de nosso mercado? Se não nos jornais e na televisão,

O Ricardinho, seria outro fator de exploração, assim como o dominio de Much Better no continente, o segundo lugar de Hard Buck no King George e outra meia dúzia de casos. Não valeriam ser explorados estes eventos, com documentários? Não teríamos cineastas em nossas lides, capazes de despertar paixões com imagens e textos bem elaborados?

Não sou louco. Pareço, mas ainda não fiquei. Temos que ter imaginação e colocá-las em pratica, do contráio iremos nos estagnar no tempo e no espaço, enquanto outros mercados florecem.