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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

PAPO DE BOTEQUIM: SO SE MORRE DUAS VEZES

Um dos grandes filmes que assisti, foi Standup Guys, com Al Pacino, Christopher Walken e Allan Arkin. Um filme sem pretenção alguma, liberado no inicio desta década. Mas nele foi dita uma frase, que me marcou bastante. Ela é pronunciada em um cemitério, quando dois amigos enterram um terceiro e Al Pacino diz, que um homem morre duas vezes, a primeira quando para de respirar e a segunda quando seu nome nunca é mais repetido

Por isto, tanta gente quer entrar para a história. Todavia, tanto neste caso, como em tantos outros, querer nem sempre é poder, 

Outrossim, se você entra para a história, não morre pela segunda vez. E talvez por isto por isto, sempre que possível, repito os nomes das pessoas que me ajudaram a ser o que sou. Embora para muitos, nada seja ainda... De vó Adelina a George Blackwell, de John Aiscan a Atualpa Soares, a eles devo algo. Afinal, não os posso deixar morrer pela segunda vez.

Cavalos são mais afortunados. Quando atingem um certo estágio, seus nomes não mais são esquecidos. Em um pedigree, ao ser analisado, cada um destes nomes, trazem a você uma lembrança. Ela borbulha em sua mente. Fervilha em seu coração. Uma foto, uma corrida, uma leitura, um comentário. Enfim, de alguma forma você está ligado a ele, para todo o sempre. Tudo isto não os deixa morrer em suas lembranças,

Fica aqui pensando com meus botões, o grupo de grandes éguas que vi correr nos Estados Unidos e Europa. Nem todas vingaram reprodutivamentem, o que deixa uma dúvida que campanha possa garantir posição de destaque no breeding-shed. Eu acho que a vontade de vencer deva ser o ponto de selecionamento seu de um reprodutor a cobrir uma égua. Para ela prefiro me valer da genética. E até aqui, não tenho me arrependido.

Porque estou escrevendo isto? Porque ontem alguém me perguntou qual teriam sido as éguas que mais me impressionaram no hemisfério norte, das que vi correr, seja in loco, seja em video. Apresento a seguir uma lista. Só não posso responder a sua segunda pergunta, porque algumas vingaram reprodutivamente e outras não. Para cada caso, haverá uma razão, até em se tratando de Rufian, que morreu em pista.

Desculpe se deixo em branco a sua pergunta de quais delas eu manteria como base, para a formação de novas linhas maternas. Pois, como definido acima, a campanha, não é a minha bússola parta escolha de uma reprodutora.

A campanha já foi muito importante para a formação da raça. La Fleche, Canterbury Pilgrim, Sceptre, Selene, Pretty Polly, Mumtaz Mahal são exemplos de grandes éguas em pista, que formaram suas próprias árvores, pois, a elas eram dadas as maiores chances. Mas por intermédio delas nasceram também, frondosos galhos que formaram novas ramificações e assim a genética formou-se independentemente de resultados em pista. Juntar bom resultado em pista com grande genética sempre é salutar, mas não necessariamente obrigatório.

Mas se alguém quiser ter estas éguas como base, para montar suas linhas baixas, a escolha continua sendo - como sempre foi e será - aqui no Ninho do Albatroz, serventia da casa. Eu como dica diria que as que viessem por linhas maternas ja consagradas, seriam as de mais chance.

Allez France (1970) - 1x
Dahlia (1970) - 13c
Ruffian (1972) - 8c
Pawneese (1973) - 9
All Along (1979) - 1d
Time Charter (1979) - 22d
Ladys Secret (1982) - 22a
Bayakoa (1984) - 9g
Miesque (1984) - 20
Paseana (1987) - 3c
Salsabil (1987) - 2f
Bosra Cham (1993) - 22b
Azeri (1998) - 1d
Pride (2000) - 8d
Ouija Boar (2004) - 12b
Zenyatta (2004) - 4r
Goldikova (2005) - 22d
Zarkava (2005) - 9c
Rachel Alexandra (2006) - 1o
Stacelita (2006) - 16c
Beholder (2010) - 23b
Treve (2010) - 4n
Songbird (2013) - 4d
Enable (2014) - 4m
Unique Bella (2014) - 14c