Promessa é divida. Esta semana, Wild Event como avô materno, atingiu a marca de 22 individuais ganhadores de grupo, em solo brasileiro. Uma marca digna de nota e que lhe trará, num breve espaço de tempo, ao patamar dos grandes avôs maternos de nossa história.
Ele, como todo grande avô materno que se preze, independe de um nick. E os primeiros indícios de fato, emergem com forte rapidez. Com quatro reprodutores distintos, - Adriano, Agnes Gold, Northern Afleet e Put it Back - ele foi capaz de gerar até aqui, três ou mais elementos diferenciados. Três foram os pais de segunda mãe que mais se adequaram a ele, Jules, Roy e Southern Halo, sendo que no caso do ultimo, cinco elementos são provenientes de uma mesma égua.
Sei que o nível de éguas que hoje fazem parte de seu book, é o melhor que um reprodutor possa vir a ter. Mas outros neste mesmo haras tiveram acesso a éguas semelhantes e não levantaram voò. Assim sendo, até o catador de guimba da Praça Mauá, tem noção que algo der especial existe em torno deste reprodutor.
Vejam que mesmo no estabelecimento de maior acervo de Pretty Pollys no Brasil, nenhuma delas com ele, foi capaz de gerar a um ganhador de grupo. Isto demonstra que ele tem sua vida própria. Sua maneira de exercer sua dominância. E agora eu pergunto, quantos filhos de Wild Event teremos em nossa reprodução, nestes próximos anos? Não valeria a pena se tentar com um punhado deles?
Temos que exportar a centelha de classicismo que alguns reprodutores deixam transparecer. Esta semana, um filho de Cisne Branco, ganhou uma prova de grupo. Alguém estaria propenso a mandar éguas para ele? Que cruzado com mães Wild Event netas maternas de Jules, - pelo menos uma duzia foram ofertadas no mercado - propiciam a garantia de binômios mágicos.
Existem vertentes. Teríamos apenas que saber explora-las. E antes que me esqueça. eu e Cristina desejamos um feliz natal para todos, pois todos nós que militamos no turfe brasileiro, e dele dependemos de alguma forma, somos merecedores.
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