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sábado, 7 de dezembro de 2019

PONTO CEGO: BRASIL JA VAI A GUERRA

Vocês se lembram desta paródia do Juca Chaves?


Brasil já vai a guerra
Comprou porta-avião
Um viva para a Inglaterra, 
82 milhões,
Mas que ladrões...


Não sei porque me lembrei desta modinha quando tomei conhecimento da tropa de choque que estamos mandando nos representar na prova máxima de nosso continente, o Grande Prêmio Carlos Pellegrini. Talvez apenas coincidência. Talvez esta atitude seja mais próxima da compra do Minas Gerais...

Estamos errados em ir? Perguntou-me alguém.

A principio eu diria que não, mas é a tal da altura do sarrafo, de que tanto falo, que determinará o acerto ou o erro da opção!

Sou partidário que só se tem ciência que uma arma funciona, apertando seu gatilho. Arrocha é um exemplo disto. Tudo que foi feito, eu faria da mesma forma, e também daria com os burros na água. O importante é ter ciência da experiência, pois, prova que a altura de nosso sarrafo anda muito baixa.

Igualmente tenho certeza que se me jogar do terraço do Empire stakes, vou me esborrachar no asfalto. E embora possa até me arvorar a imaginar que tenha uma noção exata da altura dos diversos sarrafos existentes no mundo do turfe, tenho plena consciência que eles mudam de altura, ano para ano.  ™ que se estar atento, pois, a fila anda e o ônibus não passa a cada minuto.

Volto a lembrar que saímos com um cavalo brasileiro sediado nos Estados Unidos para disputar um King George, e posso dizer que não nos saímos mal. Mas vocês sabem porque? Porque primeiramente Hard Buck era um cavalo de extrema qualidade, segundo de imenso coração e  terceiro que ainda por cima foi disputar um King George, num momento propicio.  Mágico. Porque propicio? Porque aquele que ganhou - que era indubitavelmente o elemento mais categorizado a fazê-lo - nunca estará na lista dos grandes cavalos europeus de todos os tempos. E magico? Pois se lá estivessem além de Doyen , cavalos como Montjeu, Galileo, e Dahlia, tiraríamos quinto e Doyen quarto. Não será necessário se desenhar, acredito... Mas voltemos aos trilhos. 

Sei que os argentinos também não andam muito bem das pernas, na milha e meia da pista de grama. Sua genética, nestas últimas décadas perdeu stamina. Optou-se por outra vereda. Outrossim eu não tenho subsídios para avaliar os ganhadores do Derby de São Paulo e do Grande Prêmio Brasil, dentro hoje de um cenário continental. Logo é apertar o gatilho e ver o que possa acontecer. 

Não discuto o custo das incursões. Discuto sim o custo aptitudinal, pois, cada carreira é uma menos na vida de uma cavalo de corrida. Desperdiçar munição com alvos impossíveis me parece um luxo que não deveríamos correr. Sair no escuro para saber no que vai dar tem um preço. Paga quem o quiser. Mas deixar de tentar, pode lhe trazer muito arrependimento depois da carreira corrida.

Desta forma, não posso de maneira alguma aplaudir ou reprovar a ida destes representantes brasileiros para o Pellegrini. Posso apenas dizer que fui somente duas vezes a esta carreira. Ambas com Much Better: ganhamos uma e fomos segunda em outra, mas o citado elemento, era de outro patamar. Um patamar que desde Bal a Bali, não vi mais por aí.

A titulo de ilustração, o nosso porta avião, o Minas Gerais, teve seu final, sucateado que foi nas praias de Alang, na Índia...