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terça-feira, 21 de julho de 2020

PONTO CEGO: HERÓIS TRÁGICOS

O historiador norte-americano Victor Davis Hanson (foto de abertura), colunista da National Review e Washington Times, caracterizou muito bem um tipo de protagonismo da vida, aquele protagonizado pelo herói trágico, que nem sempre é reconhecido por suas virtudes e atitudes, mas sim por aquilo que Aristoteles, proclamava como a mais grata destas virtudes, a coragem.

Bolsonaro e Trump, são hoje os dois maiores exemplos de heróis trágicos. Não estou aqui para defender as atitudes de ambos, mas tenho que reconhecer que coragem não lhes faltam. Enfrentam a mídia, e há de se ter muita coragem para fazê-lo. Porém, há de se notar a diferença entre os heróis trágicos e os trágicos heróis, cujo exemplo mais loquaz é o José Dirceu. Alguém que nada constrói, e a tudo destrói.

Sei de minha responsabilidade, em ter um blog, embora faça questão de nunca tentar ser um formador de opinião, mas igualmente prefiro ser taxado de um herói trágico, do que ser visto como um trágico herói. Defendo minhas idéias, dou espaço para quem possa ter algo de útil a contribuir e tenho plena convicção que fiz mais inimigos do que amigos ao criar o Ninho do Albatroz. E neste setor cabe a pergunta, isto não atrapalha na minha ação profissional na atividade? Sim, atrapalha. E por então fazer isto? Porque talvez eu seja realmente um herói trágico.

Quanto se defende teses, nesta atividade, você pode agradar a gregos, mas automaticamente estará desagradando a troianos. E com certeza tem que ter coragem de aceitar este fato. Quase todos acham que você está tomando um partido e não apenas analisando uma simples situação. E se nesta analise, tempos depois, você apresenta um veredicto contrário, a facção que o apoiava, acha que você virou de lado. Esquecem que resultados mudam e situações passam a ser distintas, o que determinam novas analises.

Tesio, era um Herói trágico. Tinha suas convicções, só que nem se dava ao trabalho de as defender. Simplesmente as implantava, pois, pouca ou nenhuma atenção dava a opinião dos outros. E as pessoas tiveram que o engolir, pois, seus resultados falavam por si só. Porque nós turfístas brasileiros não respeitamos mais os resultados e damos menos valor a simpatias pessoais? Porque não aceitamos o controverso? O que ganharemos tentando derrubar o óbvio?