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quinta-feira, 6 de agosto de 2020

PAPO DE BOTEQUIM. NOS CRIAMOS NOSSOS PRÓPRIOS MONSTROS

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 que é,Como criar um monstro? Seja isentista.

Os Estados Unidos, por intermédio de Nixon, deu dinheiro a China e comprou aquele que seria o pior inimigo que poderia ter. E o fez achando que incentivando o capitalismo chinês, consequentemente a afastaria do comunismo. Ledo engano. Isto é que é criar um monstro. Nem dr. Frankestein poderia fazê-lo melhor.

Filosofia barata? Claro que é.  Mas trata-se de uma verdade. E ademais, os últimos filósofos a serem levados a sério foram Aristoteles e Platão. Dali para frente, só se vê espertalhão, logo toda a filosofia depois imposta, me parece barata. Porque na verdade o é.

Não crio monstros. Apenas apresento idéias e não tenho culpa se algumas destas idéias, acabam formando adeptos. Porque assim o fa-lo? Pois recentemente fui acusado de criar grupos que hoje são falam em imbreeds, duplicações e linhas maternas. Que bom, penso eu. Pelo me nos passou-se a se discutir coisas que fazem nexo...

Quando a acusa;'ao ]e feita por fogo amigo, tem que se levar em consideração que existe um conselho por tr]as. Ou uma tremenda gozação. Logo,k tem que ser recebido com uma dose enorme de boa vontade. Mas lembro aos navegantes que quando anos atrás me reportava para as criações sendo desenvolvidos no Japão e ma Australia, que iriam transformar aqueles centros em algo de primeiro nível no turfe mundial, era motivo de chacotas. 

O que dizer de que 14 dos 15 últimos ganhadores das estatísticas australianas por prêmios ganhos, serem de origem nacional? Note-se que desde 2004-2005 quando Danehill veio a triunfar em sua última estatística local que o reprodutor nacional assumiu a supremacia da criação daquele pais. Apenas em 2015/2016 Street cré atingiu a supremacia. Da saída de cena do excepcional Danehill, tivemos Snitzel (4), Redoute´s Choice (3 vezes), Encosta del Lago (2), Fastnet Rock (2), Flying Spur, Lonhro e Exceed and Excel.

Hão de se notar um aspecto, que considero dignos de nota. O fato de Danehill ser parte importante nesta transição. Ele sim criou monstros. Afinal de 1994/1995 a 2004/2005 ter dominado a situação em 9 das 11 oportunidades, sendo apenas vencido quando o local Zabeel veio a vencer as estatísticas referentes as temporadas de 1997/1998 e 1998/1999. Logo, o que se nota é a consolidação de uma politica bem aplicada de nacionalização de pedigrees, sempre municiada num sistema de shuttles, com o que há de mais importante no cenário europeu moderno.


Danehill


NORTHERN DANCER
.....Danzig
..........DANEHILL
...............EXCEED AND EXCEL
...............FASTNET ROCK
...............FLYING SPUR
...............REDOUTE´S CHOICE
....................SNITZEL
.....Fairy King
..........ENCOSTA DE LAGO

SIR TRISTRAM
.....ZABEEL
..........Octagonal
...............LONHRO

Hoje pode-se afirmar, sem medo de estar cometendo excessos, que o garanhão local, estabilizou-se e dificilmente será retirado de seu trono. E diria que em três ramos distintos, de dois chefes de raçã da esfera mundial. A Australia, passou do estágio de computadora de reprodutoras ao de exportadora onde garanhões. Seus mais destacados espécimes, fazem o duplo hemisfério no sentido contrário. Estabeleceram com isto, uma nova regra no mercado.

Porque fomos incapazes de estabelecer estas mesmas medidas, com filhos de Ghadeer ou de Royal Academy? Porque as verdadeiras chances que um garanhão necessita, nunca foram ofertadas ao cavalo nacional. E sou eu que crio monstros? Eu diria que nosso mercado, é o criador de monstros, no sentido de nossa eterna dependência da genética externa. Fomos incapazes, pelo menos até aqui até aqui, de desenvolvermos a nossa. Seria medo? Falta de confiança? Modismo?

A eterna desculpa do idioma, não me parece de todo válida. pois até que me provem ao contrário, se comunicar em japonês é tão difícil com o fazê-lo em português. E deste período a que nos reportamos, o número de criadores brasileiros que podiam se expressar na língua inglesa e espanhola, era bem superior ao dos criadores japoneses. Logo, é caso de iniciativa.


Sunday Silence

No caso da terra do sol nascente, Sunday Silence foi o criador de mosntros. Venceu as estatísticas por prêmios ganhos daquele pais em 13 oportunidades de forma consecutiva. Mas antes dele Northern Taste havia ganho 10 e Tony Bin uma. Outrossim, foi ele a conseguir o feito de gerar - até o presente momento - a três leading sires, Agnes Tachyon, Manhattan Café o imperador local Deep Impact. No período dos últimos 12 anos, os reprodutores locais venceram todas as estatísticas, sendo três filhos de Sunday Silence, Agnes Tachyon, Manhattan Cafe e Deep Impact (8) e um de Kingmambo, King Kamehameha (2)

Entre as asneiras que fui obrigado a ouvir, disseram que os filhos de Ghadeer e Clackson não conseguiram se firmar. Mas como se nem descentes chances tiveram? Porque cometer os mesmo erros cometidos com estes dois e mais Roi Normand e Know Heights, com os de Wild Event, Put it Back e de mum punhado de cavalos que aportaram em sistema de shuttle

Desculpem, mas não sou eu que estou tentando criar os monstros. Dr. Frankeistein assumiu a forma de pensar de muitos criadores brasileiros de há muito. A idéia de que o importado é melhor e que não passamos de uns vira-latas, agita rabos, arraigou-se. Enraizou-se.  tornou-se verdade a nossos ouvidos  O que o H e R fez com Acteon Man foi um ato de coragem e na época com menos de 48 filhos registrados teve o prazer de ver dois deles consagrarem-se, um ao ganhar o Derby e o outro o Grande Prêmio Brasil. Que reprodutor internacional foi capaz de igualar este feito com um numero similar de registrados?


Jolie Olimpica (Drosselmeyer)

Einstein (Spend a Buck)

Temos uma visão deturpada do que seja uma genética atuante. Passamos a nos colocar-mos num patamar inferior. Sim, não vou discutir o sexo dos anjos, pois, realmente, estamos num patamar inferior, mas por culpa nossa. Nos colocamos lá e nunca nos propusemos a sair! Só a nacionalização de certas linhas, nos elevará a médio e longo prazo a ver a luz no fundo do túnel. Está provado que filhos de Roy, Spend a Buck e Drosselmeys criados no Estados Unidos, são verdadeiros handicapers no turfe local. Precisam de. muletas. Mas os nascido no Brasil, não. Vão lá e arrasam! O que isto significa? Que não é apenas a genética. É uma genética nacionalizada em um determinado local. Hoje os Danehill da Australia, são mais letais do que os da Inglaterra. Assim como os Halos do Japão.  


O simples fato que não terei tempo de ver, não tem que ser levado em consideração. O que realmente deveria ser levado em conta, é que idéias novas não o fazem o professor Pardal ou o Dr. Frankstein. O fazem se rebelar com a "mesmísse". Apenas isto. Nada mais do que isto. 

Temos que primeiro abolir de nossas mentes, de modo definitivo, nosso eterno complexo de vira-latas.  Nos da criação brasileira de puro sangue de corridas, temos que parar de abanar o rabo para todo o que é made em outros lugares. Idolatra-los com seres superiores. Hard Buck, que duvido que esteja entre os 100 maiores cavalos de nossa história foi lá e quase papa o King George. Imaginem se o fizesse? Qual o cavalo chileno que ganhou a Dubawi Cup? Qual o cavalo que saiu inédito da América do Sul e ganhou o Santa Anita Handicap? Para se ter uma idéia de nossa submissão, hoje as florestas francesas estão em chamas. E onde está a Greta, para comparar aquilo que eles chamam de um incêndio florestal com o que nos acusam de devastar a Amazônia com queimadas? Chupando bala no colo do Sorus.

Chega de criar nossos próprios monstros, imaginários e bem maiores que a realidade do mercado. Tentemos construir um turfe melhor e quem sabe não conseguimos?