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sexta-feira, 7 de agosto de 2020

PONTO CEGO: JAMAICA, POLONIA, INDIA ?

Volto ao assunto, pois, necessário se tornou. 

Vivemos a era das contestações. Contesta-se a tudo e a todos,  E as redes sociais intensificaram as mesmas, e somada a quarentena exigida pelo Covid-19, fez a situação ainda mais critica.

Tenho me batido que quando se tem dinheiro, vai se lá e compra-se um Galileo. Para que querer queimar a mufa? Mas quando não se tem o dinheiro suficiente, há necessidade de se criar situações. E uma delas, a que acho a mais efetiva é a utilização de duplicações de pontos de força. Já deixei isto bem claro.

O que vocês acham de Western Classic? Eu nunca tinha ouvido falar nele. Afinal é um Deputy Minister, que não conseguiu sequer ganhar o maiden, filho de uma égua não corrida e esta sim filha de algo que faz a diferença. A Oaks winner canadense Classe´ñ Smart. 

Mas como era de esperar Western Classic foi parar na Jamaica. E como a Jamaica está no universo de minhas pesquisas, o achei, bem como a um filho seu chamado Regal Intension. Tornando uma história longa em algo curto, Regal intenso venceu ano passado uma das 8 provas de graduação máxima local, os 2,000 Guineos e seu pedigree veio a tona. Olhem o pedigree abaixo apresentado e vejam se aquela minha teoria para os países do terceiro mundo não funciona.



Estrutura genética da mãe, me parece impecável, Victory Gallop (Belmont Stakes), Danzig, Seeking the Gold (2º Breeders Cup Classic e Travers Stakes) e Slew O´Gold (Jockey Club Gold cup). Família materna consagrada, 21-a e uma estrutura de pedigree consubstanciada num tripé de imbreeds em Northern Dancer, Mr. Prospector e Vice Regent.  

Com este tipo de pedigree, em países do terceiro mundo turfístico, as chances de sucesso são enormes. Agora vamos a outro exemplo. Imaginem que mesmo com este pedigree, Nemezis, só conseguiu sucesso na graduação máxima, na Polônia.




Novamente uma estrutura genética materna excelente, numa família consagrada, a 2-d e um jogo de imbreeds e duplicações envolventes, que mesmo assim não foi o suficiente para enfrentar Os Galileos e os Dubawis na França e na Inglaterra. Mas garantiu uma importante prova na Polônia. 

Jamaica, Polônia, India? Pois bem, quando o Japão décadas atras estava num patamar apenas um pouco acima dos citados, eu já defendia a tese que com o tempo eles teriam uma posição importante no mercado internacional. Não creio que nenhum destas nações vão evoluir muito, mas para a manutenção do investimento são necessárias vitórias. E quem está investindo com lógica, a gente espera que tenha sucesso.

Eu defendo uma posição de quanto maiores forem os detalhes, maiores serão as suas chances de conseguir algo no mais alto escalão.  Mas se alguém não se acha seguro, caminhe para os pedigrees abertos pois, eles podem também fazer você atingir seus objetivos. Apenas que em proporções muito menores. pelo menos são os que pois números dizem...