Cada um tem seu estilo de escrita. Algumas intrigantes. A forma que mais me cativou foi sem dúvida alguma a de Machado de Assis. Ler um livro seu, escrito a mais de 100 anos, parece aos incautos, escrito nos dias de hoje, de um assunto passado a 100 anos atrás. A clareza de sua pena, é letal. Você não só vive a cena como a vê, em todos os seus pequenos detalhes.
Quando você necessitava de ler um humor ferino, Paulo Francis tinha que ser o escolhido. E quando você necessitava comparações, ou frases perfeitas, só Nelson Rodrigues, deveria ser consultado. Este é o meu tripé mágico na literatura.
Agora quando você quer estupefar-se, nada se compara a Dilma Roussef, a anta de cordas vocais, capaz de iniciar frases que não terminam. Terminar assertivas que não tiveram um começo. Jogar palavras ao ar como se elas fossem folhas ao vento. E aquela sua capacidade de desafiar qualquer raciocínio lógico. Com certeza a pupila do torneiro-mecânico que foi escolhida para esquentar seu assento, é portadora da maior falta de clareza já colocada sobre a face da terra.
O linguajar desta senhora é de um vazio absoluto. Sepucral. Dilma reune o que dificilmente um ser humano é capaz de reunir, mesmo com muito treino e experiência prática. Ela não só não sabe o que diz, com também como o dizer. Um ser, pra muitos considerado humano que não sabe que comprimento é uma medida métrica e o usa achando estar cumprimentando alguém, só pode advir de uma mente diabólica capaz de confundir companheiros, com cumpanheiro, e come em suas dissertações todos os s de palavras usadas no plural.
Como não fui agraciado com o talento dos três primeiros citados no inicio desta nota, mas temo ser confundido com a inabilidade de raciocínio da última, tento ser claro, mas tenho consciência que as vezes não sou. Policio-me, igualmente, pois, sou suceptível a escorregar na maionese. Sempre que isto acontecer, por favor, nos puxem a minha orelha.
Muitas vezes a gente acha que esta sendo claro e esquece de acender a luz. Moral todos ficam no escuro e você certamente crente que tudo está tudo correndo as mil maravilhas.
Muito se discute as devoluções feitas em relação aos inéditos adquiridos em leilão. Isto me incomoda. Sou acostumado as vendas em Keeneland, onde todos os inscritos tem seus x-rays expostos em um repositório. Estas radiografias podem ser examinadas por profissionais e depois de comprado o elemento em questão pode ser re radiografado por um veterinário de sua confiança, e se for achado algo distinto que não foi detectado visivelmente nas radiografias anteriores, há chance de devolução. Se houver discordâncias de ambas as partes, um terceiro veterinário nominado por Keeneland, é chamado para dar um final a questão. E fim de papo.
No Brasil infelizmente não se fazem radiografias e você é agraciado com as surpresas. Compra algo que depois é reprovado no exame, e deixa de comprar algo, que certamente passará no mesmo exame. Isto prejudica o mercado. O vendedor tem uma despesa grande e tem que receber seu cavalo de volta. O comprador deixa de comprar algo é ainda morrer na despesa das radiografias pedidas.
Como resolver?
Eu acho que num leilão, os vendedores deveriam se reunir e fazer uma concorrência. Aquele veterinário que apresentar o melhor preço, faz a radiografia de todos. Isto certamente diminuiria demais o custo da empreitada. E no repositório estas radiografias poderiam ser expostas. O mesmo deveria ser feito em relação ao exame de pyro.
Evidente que há um custo, mas o benefício não seria maior? A credibilidade faz o investidor se sentir mais confiante em levantar o seu dedo. Não sei se estou sendo claro. Talvez a Dilma Roussef pudesse explicar de uma forma menos pragmática.
Nestas vendas tive devolvido apenas um lote. Um em cerca de 20, que selecionei. Não representa muito. Porém, um dos que mais gostava. Como diria Dilma muitas vezes você é criticado por ter o cachorro e, outras vezes, por não ter o mesmo cachorro... será que Machado de Assis reconheceria e entenderia suas variantes desta esta frase, se vivo fosse?
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