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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

PAPO DE BOTEQUIM: TEMOS QUE PARAR DE OLHAR PARA O NOSSO PRÓPRIO UMBIGO

Certos chavões já deveriam ser retirados no vocabulário geral, tais como o dinheiro não trás felicidade. Não trás? E eu pergunto, e a pobreza o que trás? Porra nenhuma ! 

Dinheiro bem direcionado pode não trazer felicidade, mas certamente trará sucesso, principalmente numa atividade competitiva com o comércio, o futebol e principalmente o turfe. 

Nós brasileiros temos um grave defeito: o de olhar apenas para os nossos umbigos. Acho imperativo se esquecer a história da carochinha. Papai Noel não existe e que na vida real, a bela adormecida nunca foi acordada pelo beijo do príncipe. Temos que pensar com a cabeça própria, manter a mente livre e parar definitivamente de seguir aquilo que forças maiores tentam nos vender como verdades absolutas. Que nem o Doria para salvar sua comissão.

Tivemos algum sucesso nos Estados Unidos, porque fomos capazes de realizar o que Luro fez com os cavalos argentinos e Moreno com os chilenos. Copiamos seus sistemas. E mesmo assim, levamos um tempo para assimilar e ter coragem de ir em frente na mesma direção traçada por estes dois profissionais. Os Paula Machado, o Sergio Meneses, os Camargos  e alguns outros proprietários brasileiros, investiram na situação e creio que recolheram seus louros. O Sta. Ana do Rio Grande nunca mostrou vontade de ir. Isto o fez menor? De maneira alguma, ademais os vendidos por ele como Riboletta e Redattore lá triunfaram de forma categórica. Logo o fato de se provar nos Estados Unidos ajuda em muito a imagem de um centro criatório, mas de maneira alguma inibe outros que não o frequentam.

McNelly nos fez mudar de atitude, principalmente com Festin, Bayakoa e Paseana. Não necessariamente nesta ordem, outrossim o sucesso dos mesmos despertou que brasileiros arriscassem em vir para cá e provar que o nosso produto tinha qualidade internacional. Não no volume que deveria ter, porém, nas poucas unidades exportadas viu-se uma possibilidade. Estabeleceu-se um patamar.

Porque então desdenhar de Turquia e India? 

Sim, uso o termo desdenhar, pois, um leitor me perguntou de forma irônica, porque eu perdia meu tempo em pesquisar os resultados destes países, assim como Mexico, Panamá, Suécia, Noruega, Polônia, Eslováquia, Jamaica e tantos outros. Porque assim o fiz a décadas atrás com Austrália e Japão e vejam o que estes dois mercados são atualmente no cenário internacional. Volto a repetir uma máxima que para mim será sempre eterna. O bom cavalo pode vir de qualquer lugar.

Lembre que a Austrália e oo Japão, tem muito menos ganhadores de grupo nos Estados Unidos que o Brasil. Mas isto os faz menores que nós? Eles tem outros objetivos. Tenho absoluta certeza que não é por ai que se traça o futuro de uma criação. Quando eles - japoneses e australianos - acharem importante vir em massa para o continente norte-americano, todos teremos uma verdadeira impressão da qualidade dos produzidos naqueles países. 

Outro detalhe que acho importante e comparar experiências. Países como India e Turquia, que hoje investem mais que o Brasil no mercado internacional, exploram suas possibilidades de uma forma que pode ser importante se conhecer para nós criadores brasileiros. A Turquia, por exemplo, tem importado reprodutores, que gostaria de vê-los em serviço no Brasil. Seria a direção inversa, por eles aceita?

Hoje apresento uma corrida do Equador e na sexta-feira algumas do México. Qual o problema?

Da mesma forma que o Brasil é capaz de recuperar os Icecapades, a América do Sul os Buckpassers e Caros, o Japão os Halos, a Australia os Sir Ivor a India é capaz de o fazer com que os Habitats, andem. É isto que tem que ser observado por quem analisa a situação como um todo. Não ficar olhando para o próprio umbigo e achando-se o rei do pedaço. Temos nosso valor, mas os outros o tem também.