HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL
HARAS SANTA RITA DA SERRA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS REGINA

HARAS REGINA
JOLIE OLIMPICA BRAZILIAN CHAMPION 2YO - HARAS REGINA - CLIQUE NA FOTO PARA CONHECER NOSSO PROJETO

HARAS FIGUEIRA DO LAGO

HARAS FIGUEIRA DO LAGO
NEPAL GAVEA´S CHAMPION 2YO - HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

STUD H & R

STUD H & R
STUD H & R - TOQUE NA FOTO PARA VER UM UM GP. BRASIL QUE VAI FICAR NA HISTÓRIA

HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

HARAS SANTA MARIA DE ARARAS
Santa Maria DE ARARAS: TOQUE NA FOTOGRAFIA E VENHA CONHECER O BERÇO DE CAMPEÕES

HARAS ESTRELA NOVA

HARAS ESTRELA NOVA
Venha nos conhecer melhor no Instagram @haras.estrelanova.

HARAS NIJU

HARAS NIJU
toque na foto para conhecer nosso projeto

HARAS FRONTEIRA

HARAS FRONTEIRA
HARAS Fronteira

HARAS CIFRA

HARAS CIFRA
HARAS CIFRA - HALSTON POR MARILIA LEMOS

HARAS IGUASSU

HARAS IGUASSU
HARAS IGUASSU A PROCURA DA VELOCIDADE CLÁSSICA - Foto de Karol Loureiro

albatroz bloodstock agency, Inc.

albatroz bloodstock agency, Inc.
albatrozusa@yahoo.com

terça-feira, 17 de novembro de 2020

PONTO CEGO: DEVERIAMOS OLHAR PARA O REPRODUTOR DE NACIONALIDADE ARGENTINA?

O sucesso necessita de muitos detalhes, mas nenhum deles pode ser atribuído a opiniões vazias sem embasamento estatístico. 


Não são poucos os que me perguntam, até de forma insistente, porque não trazemos mais reprodutores da Argentina. E a eles respondo, que pode sim ser uma boa medida genética, mas que na minha maneira de ver pouco prática e que dificilmente sobressairá, se ao invés de importa-los, dermos maiores chances reprodutivas ao reprodutor nacional. E tentarei explicar sem nacionalismos baratos, o porque.

Houveram seis reprodutores de origem Argentina que serviram no Brasil, e que conseguiram vir a gerar - na era de provas de grupo - mais de seis individuais ganhadores de grupo. E a exceção de Maniatao, todos consagrados em pistas ou argentinas ou uruguaia de provas de graduação máxima. A se conhecer: Ariosto (Good Manners e Domenica por Right of Wat), ganhador o Gran Premio Santiago Luro; Braseante (Praticante e Brane por Bright of Way), ganhador dos Gran Prêmios Jose Pedro Ramirez (URU) e 9 de Julio; Janus (Pardallo e Caliope por Cardanil), ganhador dos Gran Prêmios Municipal (URU), Jose Pedro Ramirez (URU) e Brasil; Maniatao (Jerry Honor e Marabunta por Timor); Punk (Ringaro e Peinadora por Hot Dust), ganhador do Gran Premio Suipacha; e Vacilante (Praticante e Vaccacion por Voodoo), ganhador dos Gran Prêmios José Pedro Ramirez (URU) e Dardo Rocha.

Todos com pelo menos 250 filhos registrados, mas nenhum deles capaz de gerar a mais de oito individuais ganhadores de grupo. Logo, não diria que eles possam ser vistos como sucesso, mesmo Vacilante e Janus, estacionados em dois, dos mais importantes estabelecimentos de cria da época. E aqui vão seus percentuais tendo em vista os número de potros registrados e o total de individuais ganhadores de grupo e de graduação máxima.

Ariosto - 341 registrados - 7 individuais ganhadores de grupo e percentuais de 2,05 e 0,87 em relação a ganhadores de grupo e ganhadores apenas de provas de grupo 1.

Braseante - 250 registrados - 8 individuais ganhadores de grupo e percentuais de 3,20 e 0,40 em relação a ganhadores de grupo e ganhadores apenas de provas de grupo 1.

Janus - 281 registrados - 7 individuais ganhadores de grupo e percentuais de 2,49 e 1,42 em relação a ganhadores de grupo e ganhadores apenas de provas de grupo 1.

Maniatao - 464 registrados - 8 individuais ganhadores de grupo e percentuais de 1,72 e 0,84 em relação a ganhadores de grupo e ganhadores apenas de provas de grupo 1.

Punk - 414 registrados - 8 individuais ganhadores de grupo e percentuais de 1,93 e 0,24 em relação a ganhadores de grupo e ganhadores apenas de provas de grupo 1.

Vacilante - 282 registrados - 8 individuais ganhadores de grupo e percentuais de 2,83 e 1,41 em relação a ganhadores de grupo e ganhadores apenas de provas de grupo 1.

Se atentarmos para o fato que os dois citados anteriormente que vieram a servir em dois grandes estabelecimentos de cria, receberam quase o mesmo número de éguas e obtiveram similares percentuais de aproveitamento clássico, constataremos que ajuda das éguas destes estabelecimentos, foi fundamental.

E se a isto adirmos, por exemplo o caso do reprodutor brasileiro Baronius, estabelecido em outro grande haras, que com 250 produtos registrados, obteve um montante de 11 individuais ganhadores de grupo, notaremos que seus índices de classicismo vieram a ser bem superiores: 4,40 e 1,60.

Eu acredito que estas meias palavras sejas suficientes para aqueles se julgam bom entendedores.