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HARAS IGUASSU A PROCURA DA VELOCIDADE CLÁSSICA - Foto de Karol Loureiro

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domingo, 22 de novembro de 2020

PONTO CEGO: NÓS PODEMOS CRIAR UM ZABEEL

Sempre será muito importante se tentar saber de onde vem certos ganhadores de grupo cujos proprietários não mantém as suas próprias éguas. Como por exemplo, o Dois Irmãos, o Regina, o Figueira do Lago e o Jaguarete. Pois são estes haras que dão suporte ao sucesso obtido por estes proprietários e funcionam como personagens invisíveis em toda a questão.

O criador é aquele que fez o cruzamento e mantém a titularidade na égua. Isto nunca estará em discussão. Porém, a ajuda de outros profissionais ameniza seus problemas e aumenta suas chances de sucesso. Funcionam como uma espécie de co-criadores.

Em se tratando de Bagé, o Mondesir, o Lorulu e o Bagé do Sul, tem tido bastante influência no sucesso dos acima criadores-proprietários acima citados. Assumindo uma postura de prestadores de serviço, com uma mão de obra altamente especializada. O Niju e o Eternamente Rio, estão entrando pouco a pouco nesta seara, e seus resultados são animadores.

Poucos são aqueles que em Kentucky criam em suas próprias terras. O chamado board, é a maneira mais usual de se fazer negócio nesta atividade por aqui. Houve época que se criava em lugares considerados "prazeirosos" para seus donos. Criava-se no quintal de sedes erigidas para o proveito do fim de semana.  Hoje se cria nos lugares "prazeirosos" para os cavalos. Muito deles de difícil acesso.

Cavalos de corrida necessitam de espaço, bons pastos e climas amenos. Isto é o que realmente importa para eles. Cocheira bonita e cerca pintada a eles pouco interessa  A lida de nossa criação está cada vez mais desenvolvida. De alta profissionalidade. Como sempre defendo aqui, nossa criação não deve nada a ninguém. E olha que a mais de 20 anos acompanho a criação no centro do universo desta atividade, Kentucky. O que nos falta é genética de primeiro mundo e coragem de montar como os australianos e japoneses sua própria genética. Exemplos que copiaram dos norte-americanos que trataram de o fazer, a um século atrás.

Porque nos é impossível imaginar criar um Zabeel (foto de abertura)? Nosso eterno complexo de vira-latas?