Vamos e venhamos. Alguém com o pleno funcionamento de suas faculdades mentais seria capaz de negar que só o pé sabe exatamente onde dói seu calo? Assim como só o morador da casa tem consciência onde estão as goteiras e que apenas Deus saberá com certeza o dia de amanhã? Não acredito, que além do senhor LuiZ e dona Dilma, haverão outros que negarão estes fatos.
Outrossim, nunca é tarde para se tentar viver a realidade do presente e até imaginar como será o futuro. Este é o exercício que o investidor do mercado tem obrigação de fazer todo santo dia, faça sol ou faça chuva, nunca se esquecendo que o conhecimento de erros e acertos do passado, sempre lhe servem de auxilio.
De que mercado estou me referindo? De Todos!
Temos que complicar menos e resolver mais. Não adianta ficarmos na eterna cantilena do leite derramado. Do que teria acontecido se houvéssemos agido de uma forma distinta. E sabem porque? Porque a Inês sempre estará morta, depois da conclusão.
As pesquisas que realizo apresentam o quadro de um momento. Mas sempre é importante lembrar, um momento que teve inicio no mínimo três anos antes, quando da decisão do cruzamento a ser efetuado. Logo, é passado. Recente, mas passado.
O valor numérico, muitas vezes não representa nada, mas nos casos presentes, individualiza a questão, pois, por exemplo a 1-k, só apresenta uma unidade quando Frankel ganha, e isto por temporada. Não 14 vezes, que foi seu numero de vitórias. Logo, quando em 2022, foram registrados 20 individuais ganhadores de grupo, sendo cinco dos mesmos de graduação máxima, isto coloca a 1-k num determinado patamar, médio eu consideraria, independentemente que haja, ou não um Frankel.
Logo, trata-se de uma pesquisa com concreta validade. E se torna ainda mais suscetível, quando uma determinada linha, seja ela a 9-f, a 1-x, a 14-c, a 13-c ou outra qualquer mantem seu índice de acerto através de anos, e não como um cometa, que num determinado ano aparece e depois desaparece.
Vejamos o que aconteceu na atual temporada, com as linhas tronco, com apenas poucas carreiras ainda por se disputar na temporada.
A 9-f, ganhadora desta estatística ano passado, voltou a vencer, desta feita com 40 indivíduos, sendo 12 dos mesmos em graduação máxima. Indiscutivelmente melhorou seu número de indivíduos, de 38 para 40, mas decaiu em relação a graduação das provas ganha pelos mesmos de 16, para 12. A segunda colocada ano passado a 14-c, repetiu o feito esta temporada. Melhorou nos números gerais de 35 para 37, e igualmente piorou em termos de ganhadores de graduação máxima, de 14 para 11. E na tabela que se segue, note que, as quatro linhas que mais se destacaram, já tinham tido destaque e, 2021. Seria isto uma mera coincidência? Precinto que não.
Houve declínios? Como sempre eles houveram, mas creio que não se aplica a aquelas que ano passado chegaram entre as dez primeiras, e que este ano estiveram entre as 16. Logo, esta constância, inviabiliza alguém pensar ser sorte.
Você pode até não se utilizar em seu método de seleção as linhas tronco. Mas negar a utilidade das mesmas me parece um raciocínio tremendamente inconsistente. Principalmente, aquelas colocadas entre as 10 primeiras.
