Quando se chega a 1068 individuais ganhadores de grupo em uma temporada, devidamente catalogados, e descobre-se que nada menos que 87,64% tem pelo menos um imbreed ou uma duplicação, dá para se aceitar que os imbreeds, definitivamente chegaram para ficar e cada vez mais aumentar sua importância.
Mas todos nós sabemos que existem imbreeds, e outras formas de utiliza-los cada vez mais ativas no firmamento criatório. Os imbreeds de razões mais ousadas como 2x3 e 3x3. Pois bem, com o menor medo dos imbreeds fechados, exercidos pelos criadores, elementos como Galileo, Sunday Silence, A. P. Indy e Danehill florescem, e já ultrapassam a marca dos 2%.
Vale a pena se notar que nestas razões ousadas não existem os chamados reprodutores acima da média. São todos, os que assim se apresentam, chefes de raça.
E o que dizer do binônio mágico formado pelos imbreeds de Northern Dancer e Mr. Prospector em um mesmo pedigree? Já ultrapassam os 3%. E o que dizer dos tripés, montados encima do binômio mágico e no mínimo mais um imbreed em um chefe raça até as quinta geração, ou duplicação de matriarca até a sexta? Ultrapassam os 11%-
O que isto representa em relação a outras temporadas? O aumento expressivo percentual. Imaginem que há uma década atrás, o percentual de tripés não chegavas a 8% e o de binômios a 1%.
Não quero de maneira algum convencer a quem quer que seja, principalmente sabedor que muitos dos mensageiros existentes no Brasil, são de pouca valia. Outrossim, é minha obrigação alertar a todos, e digo TODOS, do que esta acontecendo a nível mundial.