Cada pais tem o que merece e aqueles que vivem do exercício da democracia - sendo ela real ou relativa - e consequentemente de votos, estão sujeitos, a chuvas e trovoadas. Nos Estados Unidos, onde moro, temos hoje um rei Midas, no momento o que toca vira ouro. No Brasil, temos um rei Merdas, que o que toca virá bosta.
Imaginem vocês que existem juízes esquerdistas, por aqui, exigindo que os aviões cheios de marginais voltem de El Salvador, para que cada um de seus passageiros seja reavaliado. Agora estes juízes, não se preocuparam em reavaliar estes mesmos imigrante, quando entraram pelas fronteiras abertas e espalharam terror pelas comunidades. Dois pesos e duas medidas?
O mesmo acontece no Brasil, muita risada na corte, quando do aviso que Trump iria punir aqueles que transgredissem os direitos humanos, mas agora muito jantar montado encima do medo, já que as punições, parecem que irão finalmente se concretizar.
Não existem situações perfeitas, concordo, mas algumas são racionais, outras, não. Aqui nos Estados Unidos, há uma lógica no gerenciamento atual. No Brasil, infelizmente não.
E isto reflete no tufe dos dois países. De um lado uma atividade pujante, onde se sente vontade de se investir e de outro, um turfe capenga, sempre a mercê, da boa vontade de poucos mais de uma centena de abnegados e sujeito as mazelas de comissões de corridas, algumas ineptas para a importância do cargo.
Não são poucas as vezes que me pergunto o que tinha na cabeça ao abandonar a arquitetura para me dedicar inteiramente ao turfe, não dando a mínima bola em responder a meu pai, porque alguém queria um cavalo de corrida? Hoje sou eu que me pergunto...
Mudanças substanciais no blog. Vocês haverão de notar.
Um bom dia para todos.