A foto é antiga, mas a mente continua a mesma.
O meu Google - o José Carlos Fragoso Pires Junior - me mandou uma nota sobre a negativa do visto norte-americano ter sido concedido ao rei da Cocada Preta Brasileiro da Inteligência Artificial. Seu interesse era de palestrar na Universidade de Harvard , em 18 de abril.
Talvez o esquecimento de apagar do X sua defesa pela regulamentação das redes sociais - censura na verdade - e a quem esta rede pertence, tenha precipitado a decisão do governo norte-americano de negar-lhe o visto. Agora o que pasma a mim, é um conhecedor da Inteligência Artificial, ter incorrido a um erro tão primário.e pueril, que o qualifica a ter o prêmio anual da asneiras ambulante...
Mas as asneiras não são de propriedade tão somente do citado acima. Alguns leitores deste blog, primam pela discordância e até sai nada demais. Quem opina pode ser criticado, contudo, creio que o simples fato de confundir lealdade com escravidão, por si só define uma deficiência cognitiva de quem assim o pensa.
Ontem aqui abordei o assunto sobre uma desclassificação que achei capenga impetrada pela Comissão de corridas carioca. E imediatamente houveram três navegantes que confundiram as coisas, deixando sublimado ser a típica reação de alguém que presta serviços para uma das partes e não para a outra. Lego engano.
Presto serviços, logo devo apenas lealdade a quem me paga, no serviços que lhe presto. E nunca a subserviência de escravo, por toda e qualquer ação que não pertença a área a que me pus susceptível a vender meus conhecimentos.
O H e R, é um cliente e o Red Rafa, um dia usou meus serviços em Keeneland e em ambos os casos creio que me sai bem. Outrossim, isto de maneira alguma me fez pesar o lado da balança ao cliente assíduo. Aliás, antes de mai nada, quero deixar novamente claro que minha critica nada tem haver com os dois citados e sim, em relação a credibilidade da atividade, que tem no jogo, sua fonte de maior sustento, e por isso mesmo, tem que manter a clareza de suas atitudes, em toda e qualquer situação.
Creio licito achar-se mais coerente, na desclassificação da trinca, do que apenas aquele que foi detectado como o infrator. Lembro de um caso acontecido com O Figueira do Lado, quando uma de suas potrancas ganhou a meio de raia, e foi desclassificada pois a comissão de corridas, desclassificou sua faixa por prejudicar uma corredora junto a cerca. Lembram ? Lisboeta ganhando e Little Bad Girl prejudicando uma adversaria e causando a desclassificação de ambas? Era também uma prova de grupo.
Não entendo este conceito espúrio de imaginar que o prejudicado, não poderia aparecer no final, e decidir a carreira a seu favor. No caso de faixas, não deveria ser apenas o infrator a ser desclassificado. Seus companheiros de farda, também.
