Tenho que conxordar com Albert. No turfe como na vida você não pode apenas ser ouvinte do eco. Você tem que ter voz, própria.
Porque iniciei este Papo de Botequim de uma forma cética ? Como vocês constatarão no bom dia de hoje, realmente não foi um bom inicio de dia, pelo menos para mim. Começamos este sábado, que nem a Fernanda Torres, abdicando do pé direito. Hawaianas no lixo.
Iniciando o blog na madrugada, resolvi responder pessoalmente a um grande migo e comentei que de há muito já me concretizei que como ele, o modelo atual que o mundo exige, não cabe mais a associados bem intencionados, dirigi-lo. Hoje, a administração carioca está tentando de forma árdua melhorar nossa atividade, com criação de eventos, enquanto a paulista, em simplesmente salva-la.
Até quando isto tornará nossa atividade respirando? Temo não saber...
O turfe moderno pode ser gerido sim por associados, mas o referente especificamente ao controle do jogo e movimento de apostas, deve ser administrado por profissionais. Não é de hoje que o dinamismo exigido pelo turfe moderno, o torna um negócio. E deixou de ser apenas a geração de divertimento, auto promoção, elevação de egos ou em defesa de plataformas politicas. O hipódromo foi levado a agir como um cano.
Se os atuais potentados hípicos são tratados como verdadeiras empresas, porque em seus palcos, se dãriam ao direito de aturar amadorismos. Portanto não me autorizo a aceitar como norasil, isto não é discutido na ala governamental. Turfe gera empregos de mão de obra especilizada e riqueza de na circulação de dinheiro.
Era o que eu tinha a dizer.