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sábado, 9 de julho de 2016

PAPO DE BOTEQUIM; QUERER RECEBER DE VOLTA O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL O INVESTIMENTO FEITO


Quem acompanha meu trabalho sabe que respeito as ganhadoras de grupo 1, mas que não dou a vida por ter elas para introduzi-las nos planteis de meus clientes. As respeito. Apenas isto. Dou mesmo valor a linhas maternas, fisico e estrutura genética. Não necessariamente nesta ordem. Mas preconizando a sua importância.

Estrela Monarchos tinha tudo isto. Talvez faltasse-lhe apenas um pai. Grande cavalo em pista. Mal repodutor a seguir. Mas a estrutura de três ganhadores do Kentucky Derby, somadas a uma linha materna consagrada internacionalmente fizeram com aquele físico - para mim era perfeito em suas proporções - uma ganhadora de grupo 1, estremamente atrativa. Quero deixar claro, que em minha trajetória profissional faço as ganhadoras de grupo 1 de meus clientes. Eles compram outras, porque lhes agradam e tem a capacidade financeira de faze-lo. Quanto a parecer metido, não o sou, mas com es resultados obtidos, bem poderia ser.

Atentem a data da última carreira de Estrela Monarchos e do nascimento de sua primeira filha - representada na foto acima. A imediata visão é que ela deve ter problemas reprodutivos. Mas a resposta é não. Emprenhou ao primeiro salto e produziu no dia 1 de Julho. Já na frente de todos como era o seu costume em pista. O que isto quer dizer? Que este é o respeito que no Brasil,  todos deveriam ter com a ganhadoras de grupo 1. Pelo menos um ano de descanso. Afinal, elas mereceram ou não?

Mas isto só será possivel ser houver consciência do proprietário e dos profissionais que o cercam. Se a idéia é comercializar os produtos, as chances se tornam menores. Querer que John Magner aja qual Edward Stanley Derby, é querer demais. Mas não é o velho criador britânico o errado.

 Muita gente não gosta do primeiro produto. Talvez ai esteja a explicação. Eles são produzidos cedo demais, quando as éguas, recém, saídas de campanha, ainda estão em seu período de desintoxicação. Calculem as ganhadoras de grupo um que além de desintoxicadas tem que refomular todo os seus musculos.

Lembro-me, há muitos anos atrãs em Lexington Kentucky, quando fui a Juddmonte Farms que mantinha como cliente Allez France, o estado que a própria se encontrava recém retirada da pista. Não havia pedra sobre pedra. Comentei, que nunca compraria os três preimeros produtos dela e a grande égua pouco ou nada deu. Repeti este mesmo comentário na Gainesway Farm, anos depois, ao ir examinar Winning Colors, e seu gerente respondeu como aqui viesse a ser a coisa mais natural do mundo, mas os três primeros produtos dela, por Mr. Prospector seráo comprados pelos japoneses, e pagarão com lucro, todo o investimento que fizemos em sua aquisição.

Os Mr. Prospectors foram realmente bem vendidos mas ela nada produziu e eu pergunto: valeu a pena? E nós sem os japoneses, sem Mr. Prospectores e muitas vezes tendo que correr seus próprios produtos? Deveríamo agir da mesma maneira?

A criação brasileira daria um salto se todos agissem como O Stud H e R... Ou ficasse obrigado por lei, que o primeiro produto de uma ganhadora de grupo 1, a nascer no Brasil, deveria ter sua data de cobertura fixada a partir de pelo menos 365 dias depois de sua última carreira. Parece coisa de louco, mas não é.