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sexta-feira, 22 de julho de 2016

PONTO CEGO. A PROCURA DE UM NOVO FRANKEL.

Quantas vezes no Brasil, ao curso de sua vida, você jã não ouviu aquele bordão, a maré não está para peixe. Aposto que por toda a sua existência, pois, viver no Brasil, não é mole não! Somos o pais que o feijão encarece em 60%. O que os pobres vão comer? Formigas?

Temos uma classe politica, desacreditada e hoje considerada pela grande maioria da população como corrupta. Uma classe que inventa para si, algo abminável, chamado de foro particular. O que equivale dizer que a sorte dos mesmos não vai aos tribunais de primeira instância e sim ao foro de juizes da Suprema Corte, escolhidos muitas bezes, por aquele politico que está na berlinda. Seria como pedir ao roto, que julgasse o esfarrapado
.
Se queremos moralizar o pais, iniciemos pelo fim do foro particular.

Em primeira instância parece uma solução simples. Mas na verdade não o é, pois, existe atenção e coragem. Duas coisas que o brasileiro passou a duvidar naquele velho ritmo, que no Brasil, as coisas não acontecem como deveriam acontecer.


Esta onda de pessimismo, é notada em nosso turfe. Acostumados a nivela-lo por baixo e hoje convivemos com ele, adaptado-nos as circustâncias. Seria esta a forma melhor de desenvolve-lo? Eu duvido, e por isto sempre me rebelei contra esta situação perene.

Sei que quem vive a alertar sobre esta questão se torna incoveniente, pois, a grande maioria se adapta e prefere não discurir o assunto. Mas eu não aceito. Prefiro ser um incoviniente. Um chato de galocha. Pois, sei que existe uma luz lá no fim do tunel. E vale a pena lutar para lá chegar,

Assisti ontem as corridas em Leopardstown, na Irlanda, e nas três carreiras de maior vulto, todas vieram a ser vencidas por filhos de Galileo. O que fazer então se em seu pacrão de investimento não cabe um Galileo? Desistir? Tentar a criação de faisões? Eu acho um barato que existam os Galileos da vida. Ver um Douglas Macarthur, voltar de uma estréia inexplicável de uma última colocação. e dar um vareio, me enche os olhos e criam uma esperança maior ainda na atividade. Penso apenas, que pena que ele não seja meu!

Não aceito aquela velha desculpa esfarrapada, que aqui estas coisas não funcionam. Funcionam, sim. Basta que sejam testadas. Uma vez um criador amigo disse que no turfe são nove no casco e um no cravo. Pois, vamos iniciar em transformar este anomalo um, em dois e depois o dois em três, e assim por diante. Como diria vó Adelina, de grão em grão a galinha enche o papo.

O que não pode é resignar-se e esperar por dias melhores. temos que sonhar sermos capazes de vriar um novo Frankel, e se não der, que tenhamos um Bal a Bali.