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sábado, 10 de setembro de 2016

PAPO DE BOTEQUIM: OS CRIADORES BRASILEIROS

Inicio esta nota, repetindo uma frase aqui por mim publicada dias atrás do ex presidente Fernando Henrique Cardoso, que para mim ao contrário de seus dois sucessores, tinha dez dedos e um cerebro: pior que o canalha é o burro. Porque o canalha nem todo dia é um canalha. mas o burro é burro sempre. O conceito que tenho de vida, é parecido, em uma frase que sempre escrevo quando a necessidade se faz presente; se tiver que compartilhar um quarto com um idiota ou Al Capone, opto em compartilhar com o segundo, pois, pelo menos serei precavido por saber do que ele é capaz

Um burro e um idiota parecem ter algo em comum: a ignorância dos fatos. E não existe coisa pior, pelo menos para mim, do que não ter conhecimento dos fatos. Opiniar sem ter noção do problema, para mim é chute, que com muita sorte engaveta no angulo, mas que normalmente se isola da arquibancada.

Se o futebol é para muitos, uma caixinha de surpresas o que diria você que o turfe seja? A gente tem que rever conceitos a cada semana. Se evidentemente se manter atento ao que está acontecendo no mundo. Todavia, sem bairrismos e nacionalismos, temos que universacionalizar nossos conceitos e o principal deles, que considero básico, é que o bom cavalo pode nascer onde for. Evidentemente que percentualmente eles nascem mais nos grandes centros que nos pequenos, e isto é uma decorrência não só de pedigrees como de conexões.

Sou um estudioso de estatísticas, portanto as respeito, mas faço as minhas próprias estatísticas, respeitando evidentemente as estatísticas do outros, que em sua maioria são calcadas em prêmios ganhos. Eu prefiro usat como universo de pesquisa, ganhadores de  grupo, mesmo tenho a perfeita noção que existem provas de grupo e PROVAS DE GRUPO.

O meu método funciona como uma espécie de funil, onde é dada a qualidade um  muito maior peso, do que a simples quantidade. Funciona mais? Acho que sim. Outrossim, há de se levar em consideração minha preferência por um dos sistemas.

É claro que quando existe excesso de classe, tanto faz você seguir as estatísticas por prêmios ganhos, como a de numero de individuais ganhadores de grupo. Um exemplo? Galileo, Tapit e companhia. E por isto, mesmo dentro de minhas estatísticas separo aqueles que produziram mais ganhadores de graduação máxima, pois, querendo ou não, os grupos 1, são aqueles que na maioria das vezes foram os melhores entre os que conseguiram chegar ao topo da pirâmide.

Querem outro exemplo? O haras Santa Maria de Araras. Vocês acompanharam os resultados das primeiras provas de triplice coroa paulista? O estabelecimento de cria Bagé-São José de Pinhais, que lidera toda e qualquer estatistica por prêmio ganhos como criador, também se excede na produção de ganhadores de grupo. Entre os machos, o Santa Maria tem o lider do Rio de Janeiro, English Major, e agora o de São Paulo, Easy to Love. Nas fêmeas, Esfinge assume a liderança paulista. O que em outras palavras demonstra quão importante é hoje sua participação no turfe brasileiro.

  Só uma canalha, ou um burro, não aceitam este fato. O Santa Maria de Araras está dominando e isto pode parecer perigoso. Qualquer industria que dependa de apenas um distribuidor se torna um escravo do mesmo. Talvez seja perigoso, mas em contrapartida uma coisa é certa, ela incentiva também outros criadores que sejam bem intencionados, a melhorar na tentativa de não deixar o estabelecimento de cria de Julio Bozano, folgar cada vez mais, à frente.