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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

PAPO DE BOTEQUIM: ACERTE SEU GPS


O que falta ao brasileiro, é um bom GPS. Explico-me.

Opinião nem sempre garante que exista uma verdade, porque você pode estar errado, ou melhor ter uma opinião contrária aquilo que representa a realidade. Vejam estas pessoas que urram em defesa do Lula, da dona Dilma e do PT. Se assujeitariam eles a morar em Cuba ou na Venezuela, o resto de seus dias? Aqueles que defendem o comunismo, acreditam que Stalin estava certo em matar milhões de compatriotas? É fácil se ter opinião, em uma cobertura do Leblon, tomando whisck importado, fumando charuto cubano numa roda de amigos. Hello! Não seria uma questão de calibrar seu GPS?

Mas eu respeito quem tem opinião. Pode não ser a minha, mas o cara tem que ser respeitado por ter uma opinião. Embora a maioria das pessoas prefiram o sujeito estilo vaquinha de prezépio que concorda com tudo e fica balançando a cabeça, fitando o menino na manjedoura. 

Não existe no mundo atividade que tenha uma maior gama de opiniões diferentes que o turfe. Três caras sentam numa mesa, assistem uma corrida e depois a descrevem, de três maneiras diferentes. Parece até que cada um assistiu a uma corrida distinta. Mas não, foi a mesma carreira. No século passado, na vã tentativa de intelectualizar-me, assisti com uma namoradinha um filme japonês em que um assassinato se dá a frente de sete testemunhas, que se não me engano, estavam num ponto de ônibus. Os sete foram levados a chefatura da policia, e interrogados, já que se tratavam de testemunhas oculares do ocorrido. E os sete interpetraram a cena ao delegado, de forma distinta, como fossem sete diferentes situações. E o delegado não satisfeito trouxe a vitima, cujo espirito apresentou a sua versão que era ainda diferente das outras sete.

No turfe acontece a mesma coisa, ainda mais que alguém pode ter interesse por ser proprietario, criador, turfista, jogador, profissional, enfim, como diria vó Adelina, cada um gosta de puxar a brasa para a sua sardinha. Tento colocar a minha brasa, num só lugar e de uma mesma forma, pois, esta é a maneira que penso você pode criar uma coerência. As vezes posso até a colocar honestamente no lugar no lugar errado, achando ser ele o certo. Não é comum, mas pode acontecer, pois, a falha humana é uma das caracteristicas marcantes em nossa humanidade.

Outrossim, como analista do turfe, deixo de lado preferências pessoais e gostos próprios, e tento analisar uma carreira, corredores e pedigrees de uma mesma forma. E isto cria, aquilo que se chama credibilidade. Não sei se sou crivel na opinião de alguns, mas tento ser. Tenho minha ótica, que pode não ser a mais certa para aquela ocasião, mas é honesta em meu conceito. Se erro, e alguém me prova que sim, aceito a critica e mudo de opinião se for o caso. Agora beicinho ou bater o pé que nem o reizinho das revistas em quadrinhos, comigo não cola.

Temos que ter consciência que nem sempre aquilo que a gente planeja como algo grande, será grande. Pode até no final ficar pequenininho. A ação do reizinho, será culpar a todos, fazer beicinho, bater o pé, pelo fracasso, quando na verdade ele teria que rever seus conceitos e tentar descobrir aonde a coisa falhou. E se não achar, é porque ou foi obra do ocaso, ou o projeto não se adequa aquelas condições.

Outro dia o Adolpho Smith de Vasconcellos Crippa, me comentou que três éguas que criou recentemente, não vieram a ganhar prova de grupo na pista, porém, no breeding-shed, já de cara produziram ganhadores de grupo 1. Haverá erro no projeto inicial? Evidentemente que não. Talvez uma diferente calibragem, possa fazer as potrancas serem também ganhadoras de grupo 1, antes de se consagrarem no breedind-shed. O que em outras palavras que dizer, que a direção está certa, falta apenas calibrar seu GPS para o melhor caminho.

O problema é que o cara lê uma descrição de carreira e se ela não for favorável, ou for contra aquilo que ele acredita que viu, imediatamente causa a ele volupias vertiginosas de asco. Ele vai aos amigos e branda; este cara é uma besta! E se ele for o mais rico do grupo, imediatamente a plebe ignara passa a agir como vaquinhas de prezépio. e assim manter o beneplacido e as mordomias do revoltado, mesmo tendo plena conciência que a besta é ele!

Logo em qualquer posição, sejam nas artes, na politica e nos esportes, o analista tem que saber, que será creticado, principalmente por aqueles que não entenderam o que você está tentando dizer. Faz parte do pacote. Faz parte da raça humana.

É dificil se mudar o comportamento de uma pessoa depois de certa idade. Este é o lado negativo da situação. A grande maioria chega ao turfe já formado. Não será capaz de modificar seus conceitos. Mas também existe o lado bom da história, de gente jovem que está no turfe e o vê de uma maneira distinta. Não que concordem comigo, mas possuem a mesma direção. E já tendo a direção certa, meio caminho já está vencido.

É o que acontece com as linhas maternas. Alguém investe em algo que descende de Pretty Polly. Parabens, ele tomou a direção certa, basta apenas acertar a rota de seu GPS em um ramo não podre. Outro opta pela linha 52 ou 34 que o seja. Ele escolheu outra direção. Para que seja dado meia volta e ele consiga estar em rota, necessita de tempo e muita inversão.

Quando alguém diz para você que a direção certa, seria a 14-c, 13-c. 8-h ou a 5-h, este alguém está lhe proporcionando um bom serviço, pois, você se tiver tutano, não vai pegar a direção errada. Passa a ser uma questão de calibrar seu GPS, chegar ao veio certo e partir para o abraço. ONTEM,