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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

PAPO DE BOTEQUIM: EM LAGOA DE PIRANHA...

O turfe brasileiro é sui-generis. Caso que até Freud teria dificuldade de explicar. Trata-se de um turfe em que as pessoas preferem ser bajuladas, a ser contrariadas, pois, não conseguem ver que nas negativas alheias podem estar sendo ajudadas. 

Aprendi por experiência vivida no turfe, que mais importante do que acertar, é primeiro não errar. Este é na verdade o primeiro passo do sucesso. Estancar a sangria. E assim quando alguém o avisa de um erro que está para ser cometido, não deveria se tornar um chato. E se erro a se cometer, foi por teimosia ou desconhecimento cometido, este chato, não pode ser taxado de boca de azar.

Lembro de uma frase que li em algum lugar e que fiz transformações na mesma, sem mudar o valor de seu conteúdo: muitas vezes o sucesso está na esquina da rua dos fracassos. Logo, porque não procurar logo esta esquina?

Quem conhece o passado, e viveu através de várias experiências, sabe que nesta atividade, as situações se repetem. Com outras roupagens e adereços. Mas a tendência é que os resultados venham a ser os mesmos, pois, embora existam milagres no turfe, que possam sanar uma operação vista como suicida, eles não são muitos, e como os raios, dificilmente caem pela segunda vez, no mesmo lugar, os erros e fracassos se repetem. É aquela velha história: eu já vi este filme...

Criei este blog, para poder dizer o que quero, sem prejudicar a ninguém que bancasse a minha escrita em seu veículo. Já escrevi, no Brasil, na Revista Hippus, Turfe e Fomento, Coruja, Jockey Club Brasileiro e Jornal do Turfe. Nunca fui censurado mas sei que certos comentários, criaram situações pouco agradáveis. E sabem porque? Porque o melhor amigo é aquele que diz a verdade, embora no Brasil, seja o vaquinha de prezépio, aquele que tem a vida mais longa. Erram aos borbotões, mas são perdoados ou no mínimo, esquecidos, pois, são os bonzinhos.

Brinco muito com aquele bordão, se não gostou mude de canal. O problema é que aqueles que não acreditam ou discordam do que escrevo, são os meus mais assiduos leitores. São os primeiros a consultar o blog. Certamente não para aprender, mas para procurar uma brecha, onde possam criticar

Escrevo, quase que sempre, dois artigos por dia, e muitos destes tem suas origens nas criticas recebidas. Logo, acho-as importantes, pois, fazem com que eu seja obrigado a provar aquilo que penso, e a melhorar naquilo que possa estar errado. Assim sendo, os criticos, sendo amigos ou inimigos, somam e fazem este blog, ser bastante lido, embora nele não seja preciso ser instituido uma coluna de fofocas, tipo espaço do leitor.

Se abri mão de instituir em meu blog, uma coluna de espaço de leitor, para eliminar com a proliferação de fofocas, não penso que a caixa postal de meu email, deva se transformar em uma. Criticar a mim, ou meu trabalho, é válido. Não só tenho como defender, como também de melhorar se a critica for construtiva e verdadeira. Mas usar a mesma para criticar um outra pessoa, não me parece uma atitude que deva ser levada a sério. Primeiro por que a pessoa criticada, não tem como se defender. Segundo, que não sou moleque de recado e terceiro que nada que apresentarem vai me convencer quem esteja certo ou errado. Desculpem, mas de há muito, assumo minhas próprias posições, independentemente da opiniâo, de A, ou B ou C.

Abro aqui um parênteses. O leitor quer expressar sua opinião, o que é tremendamente válido, logo o espaço dado a ele, é importante. O grande problema é que a maioria deles, acaba usando este precioso espaço, como tribuna pessoal, para fofocar e colocar todos os seus demônios para fora. Fecho aqui este parênteses.

Não é fácil se falar do turfe. Mas se falar de gente que esteja no turfe, principalmente na diretoria de alguma entidade, é mais simples. Ai então, as as inteperies emocionais rolam soltas. E a critica corre solta.

Temos hoje uma ABCPCC, com uma presidência altamente ligada ao cavalo de corrida. Não que as anteriores não o assim fossem. Eram também, mas no caso do Sergio Coutinho Nogueira, se tornou mais limpida, pois, ele talvez seja um dos maiores proprietarios de nosso turfe. Cria e compra cavalos de corrida, Enfim contribui, em tudo que o nosso cambaleante turfe necessita. E o pricipal, gosta do que faz, quer fazer o melhor e é uma pessoa fácil de se trabalhar.

Pois houve época que os presidentes desta tão importante associação, eram quase intimados a assumir. Era o sacrificio que deveriam dar a atividade. Completavam seus mandatos e passavam a batata quente para outras mãos. Não me parece a situação atual, portanto existe uma luz no fundo deste tenebroso e longo tunel pelo qual navegamos a décadas. Uma esperança. Temos que aproveita-la, pois, talvez seja aquela esquina que todos nós esperamos um dia encontrar.

Acho que o esforço que está sendo feito para trazer o jogo das maquininhas, para o turfe, uma das mais importantes ações, capazes de nos tirar do buraco. Alguém, deverá bramir: mas se é tão importante, porque não foi feito antes? Porque alguém antes podia não achar tão interessante ou que seria uma coisa que daria muito trabalho, como realmente dá.

O Brasil vive em clima de Lava Jato. Assim sendo, o politico brasileiro, não pode mais se dar ao luxo de fazer o que fazia. A aprovação de emendas, tinha um preço. Hoje, pelo menos no atual momento, não acredito que tenha mais. Mosquito malandro, em lagoa de piranha, não dá razante, pois, nela até jacaré nada de costas... Logo, teria sido mais fácil, passar esta lei, nos anos da corrupção do que no momento presente. Mais vai passar, se utilizarmos mais nossos lobbys. Como aqui já disse em várias oportunidades, o brasileiro gosta de jogar. mas em coisas que não tenham que raciocinar muito. O turfe, exige, muito raciocinio no discernimento das informações que contém.

Outrossim. embora acho que esta luta que o Sergio está tendo para introduzir as máquinas em nosso turfe, seja altamente importante, penso que o maior desafio, seria o de limpar nos Ministérios de Agricultura, a má impressão que os do exterior, tem a nosso respeito. Afinal, pais com mormo, pyro, febre equina e até anemia infeciosa, não pode ser considerado, em termos de turfe, um pais sério. A África do Sul, sofreu bastante com problemas sanitarios, mas creio que a situação, pelo menos no âmbito oficial, esteja sanada. No Brasil, desde que me entendo como gente, ela vem sendo empurrada com a barriga. Nada de realmente eficaz foi produzido.

Nossa quarentena hoje é de sete dias, para os Estados Unidos, o que praticamente inviabiliza de você chegar dois dias antes da carreira e participar com chances da mesma, como fazem os europeus, ou três dias antes como os argentinos. Em sete dias - preso a uma quarentena - existe uma queda natural no atleta de corrida, principalmente se houver ainda por cima, uma mudança de hemisfério, E esta queda influirá na performance do animal. Lembro de Duplex, em sua única participação em prova norte-americana. Não foi uma fração do cavalo que sempre provou ser. 

E o pior, se o cavalo tem uma resitência herculea, e corre bem a prova proposta, como aconteceu em mais de uma vez em Dubai, a partir dai esta resistência testada a seus limites, cai, e o cavalo entra num período de extrema baixa técnica. Não sou eu que o digo. São os resultados que assim o provam. E assim, o mercado de vendas de cavalos para o exterior, praticamente se extiguiu. Ou melhor, murchou... 

No Estrela Energia, a partir de seu segundo ano de Dubai, os cavalos de Stephan Friborg, eram transladados oito meses antes para a Europa, Lá cumpriam seu tempo de aclimatação e chegavam a Dubai dois meses antes, já prontos para correr e tinham apenas que enfrentar a adptação a este novo meio âmbiente. Se ele estava certo ou errado, cada um decida. Porém, que ele foi o único a levar o cheque milionário até aqui, disto eu não tenho a menor duvida. Eu é toda a torcida do Flamengo.

Penso que existam enigmas no turfe. Verdadeiros mistérios dificeis de serem explicados, mas estes problemas sanitarios e de aclimatação, podem ser resolvidos se houver conhecimento e vontade de resolve-los. Não fofocas.