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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

PAPO DE BOTEQUIM: QUANDO A 75 SE ENCONTRA COM A 54

Sou um estudioso da história, e acho que Catão, senador romano, era um cara despeitado e malicioso. Ele visitou Cartago, e viu como Cartago havia se desenvolvido. Seu sucesso financeiro poderia um dia prejudicar ao dominio romano e ele no senado deu aquele discurso, Delenda Cartago, Destrua-se Cartago. No inicio não deram ele muita bola, mas chato como era, todos os dias ele voltava com aquela mesma lenga-lenga. E um dia, Roma foi lá e destruiu Cartago

Sempre que houve guerra, o motivo principal foi aumento de poder. O povo, que come feijão com arroz, não dá a minima bola para ideologias. Só um pequeno grupo de fundamentalistas árabes, que se preocupam com ideologias religiosas. E partiram para o Jidah. Em Troia, os gregos foram lá com seu cavalinho, não para libertar Helena, que havia sido raptada, mas porque Troia enrequecia e estava começando a se tornar perigosa para os destinos da Grecia. E antes que os troianos, viessem, eles foram.

E as guerras mundiais seguintes, a primeira e segunda, Coréia e Vietnam, tinham o poder como centro dos objetivos. Ideologia, apenas a Revoluções francesas e russas, mas mesmo assim existem  controversuas.

O poder trás o enriquecimento, seja ele licito ou ilicito. No último caso, o PT é um exemplo disto. Ter um bom contacto dentro da Petrobras, ou um amigo no congresso nacional, era um bom inicio para se montar um império financeiro. Por isto, os politicos brasileiros são filhos e netos de politicos e os diretores de nossa maior empresa, foram escolhidos a dedo. Principalmente pelas mãos de quem menos os tinha... 

Não sei se há roubo ou não no turfe brasileiro. Prefiro acreditar que não, mas penso que existe, principalmente em Cidade Jardim, uma fraca administração. Pois, o turfe é uma máquina de fazer dinheiro no mundo todo, menos em São Paulo. O que acontece por lá? Sinto a coisa emprerrada. Um desanimo cada dia maior, E a queda drástica da qualidade dos ganhadores naquele hipódromo, com rara exceções.

Não sou bairrista, ainda mais que aqui nos Estados Unidos, onde resido vai fazer 30 anos, pelo menos na Flórida não existem bairros. Acho que se a Arentina e o Chile tem três importantes hipódromos em atividade e o Uruguay e o Peru apenas um, deveriamos estar mais próximos dos dois primeiros do que dos dois segundos, dada a importância historica dos mercados. E chegamos a ter quatro. Hoje o Tarumã tenta uma volta. O Cristal cresce, mas sem material genético que empolgue. Cidade Jardim cai, enquanto a Gávea se mantém. Logo existe uma tendência atual de estarmos caminhando para algo mais parecido com o Uruguay do que propriamente a Argentina.

E eu acredito que a grande diferença, seja na verdade o mercado interno. O número de proprietários na Argentina é maior do que o de criadores, A oferta está equiparada a demanda, Ainda há publico cativo nos hipódromos e  uma renovação constante do quadro de turfistas. Imediatamente alguém há de bramir: mas até o chofer de taxi, sabe quem foi o vencedor da oitava de Palermo. E não estaria mentindo, quem assim o afirma-se. Esta pode ser uma das raízes do problema. O argentino gosta de turfe. O brasileiro o tolera.

Logo, se há problemas, alguns são administrativos atuais e outros já vem se formando através dos tempos. Falhamos, eu digo nós, pois, também sou parte do processo. Em meus artigos consegui cativar uma pequena parcela, mas não a ponto desta parcela fazer uma real diferença. Hoje vivo de uma audiência média que não dá para encher a social da Gávea. Mas também quem procura o Jornal do Turfe ou um blog de cavalos, a não ser que já esteja ligado ao turfe?

Não entendo como perdemos o espaço nos grandes veículos de comunicação. Guga, trouxe gente para o tenis. Fittipalti para a Formula um. As seleções de volei de ginasio e da praia, para suas quadras. Até o surfe parece estar hoje em voga. Outrossim, nem o Ricardinho, com seu recorde mundial de vitórias, chamou a atenção de gente fora do turfe. Acho que faltou da parte de nossos dirigentes, angariar patrocinio e vender nossa imagem nestes veículos. Afinal são estes meios de comunicação que formam opiniões e convencem a massa que aquele espetaculo vale a pena ser visto. E nas novelas, o turfe é sempre a razão principal da queda financeira de uma familia...

Hollywood lançou seu grande sucesso Casablanca, tentando influenciar a resistência africana a ajudar os aliados quanto a invasão de seu continente para livra-los do dominio nazista. E funcionou. Porque não funcionaria em termos de turfe, algo semlhante? Alguém tentou? Não valeria a pena pelo menos se tentar? Conversem com um cineasta. Aqui até filme com a mãe do Lula, cola!

Talvez nossa última chance sejam as maquininhas nos hipódromos. Elas funcionaram na grande maioria dos pequenos hipódromos norte-americanos e mesmo em Palermo. Embora eu ache que o renascimento de Palermo, se deu pelo simples fato de ter um dono. Só que elas estão nas mãos do Renan Calheiros, e o Brasil, vive hoje um período de momentanea honestidade, onde colocar a cabeça para fora do buraco a cata de algo, - o famoso capilé - passa a ser parte da lista da Lava Jato. É triste se pensar assim, mas numa fase de corrupção, em qual viviamos, certas medidas correm mais rápido... O tramite passa a ser imediato.


DEDIQUEI QUASE QUARENTA ANOS 
DE MINHA VIDA AO TURFE
SENDO QUE VINTE DOS QUAIS
FUI MORAR EM LEXINGTON.

Foi uma opção minha. Logo, não posso nem reclamar, mas geograficamente, Lexington e um ponto de confluência rodoviária nos Estados Unidos Para quem não conhece, as rodovias federais responsaveis em ligar o Sul ao Norte, possuem números impares. As que ligam o Leste ao Oeste, pares. E aqui se você não tiver o perfeito discernimento dos pontos cardiais, você samba, até dentro das grandes cidades, ou tem que usar o Urber. Pois bem, em dois ou três quilômetros, as federais 64 e a 75, percorrem o mesmo asfalto, circundando a cidade de Lexington, numa prova que desta união, todos sairam ganhando. Afinal como diriam os antigos, a união faz a força. Mas seria isto possivel com o reconhecido bairrismo?

O turfe tem que agir como um só. Em forma de bloco. O bairrismo e as diferenças devem ser colocadas de lado. Passaram a ser irrelevantes. Completamente sem sentido. Seguindo o jargão popular, o turfista unido, jamais será vencido! Poderia isto ocorrer em nosso mercado? Deveria... 

Não sei em que condições financeiras vive o hipodromo da Gávea, mas se estas forem boas, Cidade Jardim, mereceria uma ajuda, Talvez a PMU seja a direção certa. Talvez não. Não sou conhecedor do assunto para poder dar uma opinião mais abalisada. Como a maioria dos turfistas, vejo a coisa de fora, não estou na raiz dos problemas. Mas de uma coisa tenho plena certeza, Se nosso jogo, fosse colocado na mão dos que realmente entendem de jogo, não estariamos na situação que ora vivemos.