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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

PONTO CEGO: AO GATO NÃO IMPORTA O PEIXE.



Quem ganha leva, quem perde aplaude. Ao gato, não importa o peixe! Advinhem de quem é esta frase? Da bibicla vó Adelina! E ela sabia muito bem o significado da derrota, já que como beque central do time da Sociedade Atlética da Estação da Leopoldina, onde mais se perdia do que se ganhava, a sua resignação era um estado constante de espirito.

No turfe, não se ganha sempre, mas diria ser de bom alvitre, ganhar mais do que perder. Mas nem sempre perder representa um desastre colossal, se a perda foi gerida por um adversário mais preparado, ou com maiores condições de vencer. Vejam no caso de futebol. Não existe em mim, o menor resquicio de dúvida que o Cuca foi a peça chave da conquista deste último campeonato brasileiro, pelo Palmeiras. E ele é para mim, depois do Tite, disparado o melhor treinador de clubes no Brasil. Todavia, não creio que seu trabalho tenha sido superior ao de Dorival Junior, neste campeonato. E sabem porque? Porque o palmeiras deu a ele muito melhores opções de trabalho do que o Santos, a Dorival Junior. Analisem, a questões financeiras, o elenco em termos tanto quantitativos quanto qualitativos, e os percalsos que o último teve com a seção de jogadores as diversas seleções, em relação ao primeiro. E se a tudo isto levarmos em condição que a estrela maior do Palmeiras, Gabriel Jesus, brilhou mais que a do Santos, dá para se sentir que o trabalho de Dorival Junior foi edificante.

Mas quem perde edifica o que? Perguntaria o leitor.diferença entre Para muitos nada. Para mim, bastante coisa. Deixe-me explicar o porque.

Ontem aqui em Ocala, um norte-americano que acompanha de perto o que acontece na América do Sul, me perguntou quem em minha opinião foi o melhor reprodutor brasileiro, Ghadeer ou Roi Normand? E eu respondi, Clackson e lhe expliquei porque?

A seleção de cavalos de corrida, é feita pelo fisico, pelo pedigree e aquilo que o cavalo lhe inspita. Porém, as estatísticas me demonstram que as chances de você tirar um ganhador de grupo com Clackson eram maiores que com os outros dois. primeiramente que há de mse convir, que u garanhão sediado no mondesir e no Santa Ana do rio Grande, e que tinham por trás o aporte de éguas, dos melhores três haras do Brasil, tem que levar vantagem sobre um reprodutor que praticamente servia ao Nacional e depois ao Anderson, mesmo sendo estes dois estabelecimentos de cria, bem acima da média brasileira. Traduzindo em um português fácil de se entender. Tanto em número, como em qualidade, Ghadeer e Roi Normand, serviram melhores éguas dos que Clackson. Mas o resultado...

Vamos a eles: Ghadeer teve 22 gerações, 65 individuais ganhadores de grupo, para um total de 1164 produtos registrados. Isto lhe conferiu, segundo meus critérios sumamente pessoais, - diga-se de passagem - um percentual de 5,58%. Um valor muito bom se levarmos em consideração o denominador em questão. Já Roi Normand, por sua vez, em 17 gerações teve 49 individuais ganhadores de grupo para um total de somente menos dois produtos registrados, do que Ghadeer. Isto lhe garantiu um percentual de 4,21%, que para o denominador, pode ser considerado bom. Mas a meu ver Clackson, excedeu as expectativas em suas 20 gerações, pois com apenas 794 produtos registrados, obteve 46 individuais ganhadores de grupo. Seu perdentual de classicismo foi o kelhor dos três, 5,79%.

Mas esqueçamos a quantidade e apertamos o gargalo, para ver o que cada um fez, em relação a ganhadores de grupo 1. Ghadeer é responsável por 27, Roi Normand por 24 e Clackson por 17. Os percentuais passam a ser, respectivamente, 2,32%,  2,06% e 2,14%.

São apenas números, mas neste item, Ghadeer conseguiu melhor percentual que Clackson, embora em termos de Grandes Prêmios Brasil, São Paulo e dos Derbies, nossas quatro principais provas, o brasileiro tenha imperado.

Não penso que Clackson deva, tao somente, bater palmas para Ghadeer. Ambos devem bater palmas um para o outro. Nestes próximos anos, acredito que Wild Event possa ultrapassar a Clackson e a Roi Normand, por número de ganhadores de grupo. Mas teria ele o percentual? Olha que com 755 produtos registrados, com a idade minima de corrida, ele já produziu 42 individuais ganhadores de grupo. O que o aproxima bastante de Clackson, com 5,56%. Outrossim seus 15 individuais ganhadores em graduação máxima, o destinam até aqui, o percentual de 1,99%. Logo ele está ali com eles, correndo por fora, e com muito chão a ser vencido.

Repito, são apenas números, mas como os boatos, os números também tem seu peso de verdade. E penso, que embora ao gato não importa o peixe, o percentual de chances de ganho em qualquer jogo, deve ser levado em alta consideração.

VAMOS PRESTAR MAIS ATENÇÃO
AOS PERCENTUAIS
ANTES DE EMITIR OPINIÕES
QUE O POSSAM CONTRADIZER.