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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

PONTO CEGO: A OCASIÃO FAZ O LADRÃO.

A monetização do turfe é diferente po onde ele transite. Isto foi me dito uma vez por Vincent OBrien. E ele como poucos, sabia como as coisas funcionavam.

Nos Estados Unidos, faturar é a premissa básica. O turfe é visto como industria que forma um produto, cujo interesse maior é ser vendido para ressarcir o investimento anterior e criar subsidios para o ivestimento futuro.  Poucos são os haras que reservam seus produtos. Este tipo de criador dificilmente é encontrado hoje nas terras do tio Sam. Na Europa, ao contrário, a glória parece ser ainda mais atraente que o lucro em si. Isto não quer dizer que Aga Khan, os Maktouns e o Principe Khalid Abdullah, rasguem dinheiro. O que eles preferem é a glória. Alguém suporia que a Juddmonte Farms abriria mão de Frankel por todo dinheiro do mundo? Eu acho que não.

Porém existem outros como a Coolmore, que acreditam que se tem que se chegar a glória, para se alcançar o lucro máximo em cada transação. Meu pai sempre me disse, que a grande venda é produto de uma grande compra. Se você pagou uma quantia acima do mercado, quando o mercado vier a você, exercerá o valor que seu animal tenha. Não o preço que você acredita que ele conseguirá. Por isto, a Coolmore só investe naquilo que um dia possa ter valor reprodutivo. Sua equipe, reconheceria o fisico de um Riadhis e de um Much Better. Os respeitaria, mas dificilmente os compraria, pois, talvez faltasse aquele componente vital para uma venda subsequente: o pedigree.

O Brasil, esteve numa decadência vertiginosa em termos de futebol. Nem os 7x1 nos acordou. Ou melhor acordou uma nação menos a CBF. Agora a possibilidade de não jogar a próxima Copa, o que seria um fato inédito em nossa história, fez com que esta mesma CBF trocasse o Dunga pelo Tite, que era uma coisa pedida antes até da última Copa. Como diria vó Adelina, a ocasião faz o ladrão.

Mas a verdadeira mudança no futebol está ainda está vindo por ai. Imaginem Luxemburgo, Culpi, Marcelo, Oswaldo, Leão, Roth e outros técnicos considerados cascudos, no banco, virem os grandes times brasileiros, dando a responsabilidade de seus milionários planteis a gente jovem como José Ricardo no Flamengo, Eduardo Batista no Palmeiras, Rogerio Ceni no São Paulo e Jair Ventura no Botafogo. Isto é o que chamo de renovação de mentalidade. Se vai funcionar? Não sei. Mas há de se tentar.

Tirando o Tite, o Cuca e com algumas reservas o Lorival Junior, o resto em termos de treinamento no Brasil é japonês. Tudo igual. Então porque não dar chance aquilo que é novo? Luxemburgo np Real Madrid e Felipão no Chelsea, deixaram a imagem que para o futebol de primeira instância europeu, o treinador brasileiro, ainda não está devidamente prepatado. Com a nossa genética, poucas seriam as chances de se alcançae com continuidade, investidores como a Coolmore. Eisntein, Pico Central e Sanpit, pouco ou nada apresentaram, que nos viesse a ajudar.

Eu faria o mesmo no turfe. Temos que renovar nosso campo de reprodutores com os melhores cavalos que tenham - uma boa genética. E o que seria a boa genética? Pai, linha materna, estrutura genética que possibilite uma futura duplicação de chefes de raça e matriarcas. E isto é mais simples do que você poderia supor. Poderiamos ter dado inicio com Royal Academy. Eu penso, e sei como poucos, que um cavalo como Molengão deveria ter uma chance, nem que fosse pequena. Mas o mercado diz que não, logo, volto a minha posição que então temos que trazer coisas melhores geneticamente do que ele, para corroborar esta negatividade a seu nome.

Mas alguém tenta? Poucos o fazem, e os que o fazem, tentam timidamente e quando o reprodutor se torna um milagre, com menos de meia duzia de filhos em sua primeira geração, seguem-se outra de quatro, uma de três e na barriga apenas um. Ele já tem 11 ou 12 anos. Mais da sua metade de vida disperdiçada.

Só agora First American - um norte-americano com cheirinho de nacional - terá sua verdadeira chance quantitativamente e qualitativamente. Foi o mais despresado, do grupo reprodutores de sua conexões. Passou no minimo por quatro haras e dois paises. Aos 21 anos de idade. Afinal, quantas gerações podemos sonhar? Não me importo, pois, eu prefiro uma geração de First American do que cinco de Sagamix. E o valor de aquisição de um foi muito menor que o arredamento do outro. E aí, Zé?