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domingo, 1 de janeiro de 2017

PONTO CEGO. A SUCEPTIBILIDADE PARA COM OS IDOLOS

Antes de mais nada, utilizo-me desta para corrigir um erro, que o Sergio Coutinho Nogueira, acusou-me - no bom sentido - de ter cometido. O Roberto Belina, não é o presidente do Jockey Club do Paraná. Aliás, por isto em minha nota de ontem, fiz questão de ressaltar esta minha dúvida. O presidente é o Paulo Pelanda, pessoa que não goza de minha intimidade, mas sei por terceiros tratar-se de alguém que valeria a pena conhecer melhor. Ele é vizinho de cerca do Santa Rita da Serra, numa área, que se não me engano, anteriormente pertencia ao Ponte Nova ou era parte do Pemale, em Tijucas do Sul. Logo. meu vizinho, já que me sinto um pouco responsável pelo desenvolvimento daquela região, de terra negra, do Paraná.

Segundo o Sergio, o Roberto Belina, é o presidente da comissão de corridas e junto com o Alexandre Freire e o Pelanda, parte de um triunvirato que está tendo a dificil tarefa de erguer novamente o Jockey Club do Paraná. O Roberto Belina, é também o representante paranasense da camara de equiodecultura - espero que esteja escrevendo certo - assim como uma das pessoas responsaveis pelo acompanhamento desta possivel conquista de nosso turfe, em relação as maquininhas, que um dia, salvaram nos Estados Unidos, vários hipódromos da extinção. O importante é que o problema, está em grandes mãos.

Acho que esta corrigenda - palavra que vó Adelina usava com muito vigor, por isto não sei se era invenção dela, ou mesmo fazia parte do dicionário da lingua portuguesa - deveria ser levada o mais rápido possivel, embora a soma dos valores, em meu parecer não alterava muito, o produto, isto é, o resultado de meu comentário. Outrossim, como é de conhecimento público, sou um ser altamente sugestionavel tanto ao acerto quanto o erro, e agradeço ao Sergio Coutinho Nogueira, mais uma vez por esta correção.  E nisto está um das maiores  qualidades do Sergio. Estar a par de tudo e saber dar nome aos bois.

2016 foi uma ano dificil. Pelo menos para mim. Dois derrames e quatro pontes de safena. De bom, uma champion 2yo, uma égua do ano no Uruguay e quem sabe um cheirinho de Derby para 2017. Nem Salgueiro, muito menos o Flamengo, chegaram a lugar algum. Mas a vida continua, e estarei com eles e não abro. 

Sou um sujeito altamente sugestionável. Outro dia em conversa, um vizinho na praia me segredou que não tinha heróis. Escandalizei-me, pois, eu tenho uma enxurrada de heróis, e em diversas áreas. estaria em sendo também altamente sugestionável? Acredito que não, pois, são gente que me fizeram vibrar nos estádios, ginásios, teatros e bibliotecas. Gente que alguma forma me inspirou. De Einstein a Chaplin. De Tesio a Joe Montana. De Nureyev a Pavarotti. Enfim, são estas grandes personalidades que dão parte do brilho de sua vida. E para aqueles que acreditam que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar, eu diria que no caso de Usen Bolt, caiu três! E por isto ele é outro de meus heróis.


Pode ser que nada vida real, eles sejam até criaturas pavorosas. Somos todos humanos e suceptiveis a erros. Logo, pouco ou quase nada me surpreenderia neste campo. Mas sobre as luzes de seus sucesso, sonhos passaram em minha cabeça. Eu queria ter sido o Michael Jordan ou o Senna. Richard Wagner talvez. Sinatra com certeza. Pagaria por tal e deixava ainda o troco. Que tal um novo Piggot? Sei lá! Pessoas como estas o transportam a um mundo de fantasias como Disney o fez com uma geração. Pessoas como estas, pelo menos para mim, fazem do mundo, um lugar melhor de se viver.

Assisti, ao vivo, em Chicago, Jordan em diversas oportunidades e a Joe Montana, sempre que os 49ths passavam por Cincinatti, Louisville ou Atlanta. Estive presente tanto nas últimas apresentações de Nureyev, quanto de Pavarotti e Sinatra. Logo, podem me chamar de macaca de auditório.



Quem não gostaria de ver, nem que fosse por apenas um segundo, o que aquele olhar perdido de Senna vislumbrava no horizonte dentro de seu carro. Por onde passavam seus pensamentos. Ou quem sabe, saltar e parar no ar como Jordan o fazia. Se Jesus foi capaz de andar sobre as águas, Jordan foi capaz de parar no ar. Quem não gostaria de ter a frieza e a percepção do detalhe de um Lester Piggot e ganhar sete derbies em Epson? Eu diria que apenas um, já me satisfaria. Alguém ja conseguiu apagar da mente aquela imagem de Gisela Butchen, atravessando o estádio do Maracanã, ao som de Garota de Ipanema? Nem os cegos conseguem esquecer. Ou de Armstrong descendo na Lua? Se você tem idade, sabe exatamente o que estava fazendo, quando isto se sucedeu.


O cavalo de corrida, é um pouco aquele atleta que você nunca conseguiu ser. O craque. O atleta perfeito. Por isto, as vezes é tratado como filho. O Leornado da Vinci de sua existência. Aquele que como Churchill detem todas as respostas a quase todos os seus devaneios. A razão de suas preces. Perguntem ao Papai Noel, quantas cartas ele já recebeu, para trazer uma Gisela Butchen, na noite de Natal? Ela não é a mulher mais bonita do planeta. Outrossim, seu simbolo, é. Quem não gostaria de ter um Frankel, criar um Ribot, ou pelo menos estar associado a um Galileo? Talvez apenas o Zé Carniça recusa-se...

Vou falar nesta semana que entra, de grandes heróis do turfe brasileiro. Cavalos que de alguma forma, agitaram com o meu eu. E sei que quando a gente monta uma lista, qualquer que seja ela, imediatamente desagrada a uma legião de pessoas. Mas o que há de se fazer, Sou suceptivel a idolos, a erros e a sugestionamentos...

Mas hoje é dia de começarmos um novo ano. E espero que a virada do ano, tenha agradado a todos.