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domingo, 26 de fevereiro de 2017

PAPO DE BOTEQUIM:: COMO NASCERÁ UMA NOVA ÁRVORE

Aproveito ser domingo de carnaval, para levantar outro ponto nevrálgico de nosso mercado, que de capenga está a caminho de ser tornar paralitico.

Temos que primeiramente ter consciência que somos um paci^nte terminal, abandonado a sua sorte em um quarto do SUS. Nem um nédico cubano virá atendê-lo.

Falo muito em projetos, por aqui e tem gente que acha um exagero. Desculpem, não é. Moro num pais que as coisas são projetadas 20 anos antes, mesmo tendo nascido em outro, que um projeto é feito a toque de caixa, para resolver o caos da véspera. O norte-americano não é perfeito, mas seu lema é prevenir para não ter que remediar. E o do brasileiro, é remediar aquilo que se tornou mais um problema.

Somos um pais, gerenciado por idiotas e quem acompanha meu trabalho sabe que temo mais o idiota que o facinora. Pois, do último a gente sabe o que é capaz. Do idiota, não. Assisto jogos de futebol da Espanha, da Inglaterra e da França. E o que vejo? Todos sentados, e todos torcendo por seus times. Isto para mim se chama civilidade. A diferença do estádio para o teatro ou o cinema, é o barulho que as torcidas de estágio fazem. O respeito ao espetáculo que está sendo exibido, deveria ser o mesmo. No Brasil, somos o pais da torcida única, do jogo em estadio vazio e um dia, acho que irão solucionar o problema da violência no futebol do Brasil, de uma vez por todas, deixando apenas a bola. E com isto, quem sabe um torcedor não será assassinado no fim de semana, coisa que agora parece usual.

Desculpem mas isto não é cortar o mal pela raiz. Isto é assinar um atestado de impossibilidade de se resolver o problema. E a prova máxima da incapacidade de solucionar qualquer coisa.

No turfe a coisa não é diferente. Da seleção do individuo a abertura do statirng-gate, quem se programa e demonstra conhecimento e imaginação, acaba por minimizar o limite de erro. E o exemplos tem que vir de cima. E é por isto, que fico a pensar, o que falta para Cidade Jardim dar certo?

São Paulo é a cidade mais poderosa da América do Sul. Não tem praia e dinheiro saindo pelo ladrão. Volto a perguntar, então, o que falta para Cidade Jardim dar certo?

Faltaria imaginação? Certamente que sim. Na administração anterior do Jockey Club de São Paulo, ela era por demais fertil. Diria até, que fertil no mais alto padrão que esta palavra pode ter. Os prêmios eram pagos, havia hipódromo cheio nos grandes dias e quem fosse a Cidade Jardim, pensava que as coisas iam muito bem obrigado. Se era uma farsa ou não, não vou entrar no merito da questão, pois, não tenho subsídios para tal. Se as pessoas eram recolhidas na periferia e trazidas para comer empadas, não importa. A sensação de hipódromo cheio é sempre melhor do que ele vazio. E havia, Pele, artistas da Globo e a própria TV Globo transmitia a carreira. Hoje tenho que ser avisado da existência de um Grande Prêmio São Paulo, ou de um Derby. E o ganhador do Derby, não precisa nem atravessar um oceano, para encontrar uma derrota.

Faltaria conhecimento? Bastante pois, quem vendeu patrimônio para sanar as dividas - muitas delas que poderiam ser empurradas com a barriga - estava usando o mesmo expediente daqueles que acreditam que para acabar com a barbarie no futenol, é simplesmente uma questão de se proibir que uma ou até as vezes, as duas, torcidas compareçam ao estádio. Isto para mim, volto a repetir, não é cortar o mal pela raiz. É simplesmente se livrar da raiz. E minha pergunta passa a ser, simples e direta: como nascerá uma nova árvore?

Um turfe forte necessita pelo menos de dois grandes hipódromos e nada mais natural que eles estejam alojados nas duas principais cidades brasileira. Foi por muito tmpo assim, mas de uns tempos para cá, parece não mais ser. Contudo, sei que existe um tipo de proprietário que acha que o turfe de Cidade Jardim, está no estágio que está, é este é bom, pois, se vão os adversários e fica mais fácil para ele ganhar as taças que ornarão a sua sala. Seria como no futebol paulista, o Palmeiras, o Corinthians, o Santos e o São Paulo, irem disputar o campeonato do Rio de Janeiro. Alguém teria que ganhar em São Paulo. mas o que isto provaria? Desculpe o vernáculo, mais PORRA NENHUMA !

Tarumã e Cristal, tem que melhorar, pois, são pré qualificatórios, para se correr na Gávea e em Cidade Jardim. Logo, tinhamos, até decadas atrás a situação perfeita. Mas como tudo no Brasil, estava dando certo demais. Alguma coisa estava errada...

Um passarinho me contou que existirá uma chapa de oposição nas eleições paulistas este ano. Acho isto, tremendamente producente, pois, da mesma forma que a Gávea lucrará com a concorrência pelos melhores cavalos, com Cidade Jardim, se esta voltar a ser o que era, esta última, também lucrará com uma concorrência interna.

Não vejo o porque alguém queira se apegar a um osso que nem mais um fiapo de carne tenha? Qual a vantagem de presidir uma massa falida? Sem entrar no merito da questão, imeditamente vem a minha mente, a vaidade, o fascinio pelo poder ou algum detalhe que não consigo captar. Nestas horas é preferivel se fazer de desemtendido. Domingo de carnaval, é dia de escolas de samba no Rio de Janeiro. Que os dirigentes de nosso turfe, aprendam olhando pela televisão, o que são espetáculos bem montados. Precisa-se de dinheiro? Claro que sim, mas também, imaginação e conhecimento.